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domingo, 29 de novembro de 2009

A Unilehu esta fazendo cinco anos e fará um show beneficente.


Mundo para Todo Mundo é um conceito de investimento social privado por meio do qual são promovidos eventos sociais e a construção de redes de relacionamento pessoais e empresariais, numa ação conjunta de ONGs que buscam potencializar a captação de recursos para implementação de suas atividades. Participe do Evento Beneficente de cinco anos da UNILEHU... Saiba Mais!!!

Vivo entra para o seleto grupo do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial

A Vivo foi selecionada para fazer parte da carteira do ISE 2009-2010 (Índice de Sustentabilidade) da Bovespa. O grupo é composto por 43 ações de 34 companhias que apresentam alto grau de comprometimento com práticas de sustentabilidade e governança corporativa. As ações serão negociadas a partir de 1º de dezembro até 30 de novembro de 2010. Essa é mais uma conquista importante para a Vivo, uma vez que a empresa tem a sustentabilidade como um de seus valores centrais. Ao entrar para o ISE, a Vivo ganha novo reconhecimento de sua atuação ao mesmo tempo em que fortalece as relações com seus stakeholders e com o meio ambiente. A companhia, líder do setor com 29.5% de share , registrou pelo segundo mês consecutivo ganho de mercado, adicionando mais de 700 mil clientes à sua base no último mês, segundo dados da Anatel, e vem se mantendo com a operadora que melhor cumpre às metas de qualidade do setor no acumulado do ano. (Fonte: http://www.centralpress.com.br/)

Wap revoluciona mercado de higienização com nova lavadora à base de Ozônio

Com tecnologia inédita atestada pela UFPR, a Wap O3 não deixa resíduos na atmosfera e solo


Uma das preocupações atuais das indústrias e comércios de alimentos, produtos perecíveis e poluentes é em relação à eficácia de seus processos de higienização e sanitização. Aliar altos níveis de qualidade nesses procedimentos e ainda controlar possíveis impactos ambientais tornou-se uma busca incessante – e desafiadora – para as empresas do ramo, que esbarram em problemas técnicos para conciliar tais demandas com eficácia. Foi com esse objetivo que a Wap, após dois anos de pesquisas e testes, lança, neste mês, o seu mais novo produto: a lavadora Wap O3.


O equipamento utiliza o ozônio misturado à água e comprovou ser um eficiente desinfetante, eliminando, além das partículas de resíduos, bactérias (como coliformes fecais), parasitas e fungos. Contudo, não bastava ser eficaz, era preciso ser ambientalmente consciente ao desenvolver um produto que não deixasse resíduos ao meio ambiente, como é o caso das lavadoras a base de cloro.



Tecnologia inédita

A tecnologia elaborada – cuja patente foi devidamente requerida – demonstrou excelentes resultados na lavação de grandes áreas ou de áreas com concentração extrema de resíduos; além de estar de acordo com o FDA, órgão governamental dos EUA que faz o controle dos alimentos, suplementos alimentares e medicamentos (seja para humanos ou animais); e com o FSANZ (similar australiano). A utilização do Ozônio e suas aplicações vêm de longa data e são difundidas em muitos países, como Alemanha e Austrália. O fator inédito desenvolvido pela Wap para o O3 foi a concepção do Venture, que produz micro partículas de Ozônio propiciando a estabilização do mesmo por mais tempo na água.

Segundo o professor Ricardo Henrique Godói, do Laboratório de Tecnologia Ambiental, a UFPR tem feito um acompanhamento constante do aparelho. “Temos uma equipe acompanhando este projeto com exclusividade. Nossa preocupação se divide em três esferas: o impacto do Ozônio na área (piso, produtos, máquinas, utensílios, etc.), na pessoa que aplica e no meio ambiente. Nos testes, a tecnologia se mostrou segura”, diz.

Resultados estes também atestados na prática do dia-a-dia. Desde maio, a Distribuidora de Pescados Keli Mozer (localizada no Mercado Municipal) testa o produto. “Todo mundo comentou a diferença, principalmente em relação ao cheiro, que sumiu”, comenta Paulo Mozer, proprietário da peixaria. Mozer aplica a mistura água/ozônio em todo o estabelecimento, “dos balcões às bacias que acomodam o pescado”, conclui. Mas não é apenas em peixarias que a lavadora Wap O3 mostra seus benefícios. Frigoríficos, fazendas, matadouros, supermercados, padarias, laticínios, expositores, depósitos, balcões refrigerados, veículos, hospitais, banheiros públicos – entre tantos outros – podem se beneficiar da Wap O3.

Outro estabelecimento que tem utilizado a nova lavadora é a seção de queijos da Cooperativa Witmarsum. Há 3 meses com o equipamento, os resultados têm sido surpreendentes. “Temos uma Wap O3 aqui, mas certamente compraremos mais, pois estamos muito satisfeitos. Limpamos toda a área com ela e aquele cheiro característico do processamento do queijo praticamente não se percebe”, declara Jürgen Lucas Osório, encarregado de seção.

Para se ter uma ideia, o Ozônio é muito mais eficaz que o Cloro (elemento comumente usado nos processos de higienização). Numa concentração, em água, de 60.000 coliformes por ml, cuja dosagem aplicada de Ozônio seja 0,1 ppm (partículas por milhão), o tempo de extermínio é de apenas 3 segundos. O mesmo exemplo, tratado com cloro, levaria 30.000 segundos – cerca de 8 horas e meia – para que todos os coliformes fossem aniquilados. (Fonte: pg1.com)

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL fica com o 1º lugar no VI Prêmio Ocepar de Jornalismo


(Juliana Sartori recebendo o prêmio do deputado federal Luiz Carlos Setim)


A reportagem vencedora foi “A moda verde invade passarelas e vitrines”, da jornalista Juliana Sartori




A revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL foi premiada nesta quinta-feira (26) com o primeiro lugar na categoria Jornalismo Impresso do VI Prêmio Ocepar de Jornalismo, que aconteceu durante o Encontro Estadual de Cooperativistas, no Teatro Positivo. A reportagem vencedora foi “A moda verde invade passarelas e vitrines”, da jornalista Juliana Sartori, publicada na Edição 14. A premiação que tinha como tema “Cooperativas: desenvolvimento sustentável com produtos e serviços de origem garantida” foi promovida pelo Sistema Ocepar e contou com apoio da Sicred PR e Unimed PR. O objetivo do prêmio era destacar o trabalho dos profissionais da imprensa na divulgação dos projetos, ações econômicas e sociais realizadas pelo cooperativismo paranaense. Este é o segundo ano consecutivo em que a revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL é finalista do Prêmio Ocepar de Jornalismo. Em 2008, a jornalista Criselli Montipó ficou com o terceiro lugar na categoria Jornalismo Impresso, com a reportagem “Qualidade de vida de ponta a ponta na cadeia produtiva”, Edicão 8. No total, foram inscritos 82 trabalhos, destes 24 na categoria Jornalismo Impresso. Também foram contemplados trabalhos nas categorias Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa e Prêmios Especiais para os ramos Saúde e Crédito.


A reportagem da GERAÇÃO SUSTENTÁVEL premiada mostrou a complexidade da cadeia de produção das peças de vestuário que carregam o conceito de sustentabilidade – desde a plantação, produção de fios, confecção, venda e consumo de roupas. Como parte desse processo, foi colocado o exemplo do projeto Fio Ecológico, realizado pela Cooperativa Agroindustrial de Maringá, a Cocamar, os projetos do Instituto Ecotece e da Loja Joyful. Segundo o diretor executivo da revista, Pedro Salanek Filho, conquistar novamente uma colocação finalista no Prêmio Ocepar de Jornalismo demonstra que a publicação que existe há apenas dois anos conquista seu espaço no mercado com qualidade comprovada. Para ele, divulgar o cooperativismo é mais do que uma obrigação para uma revista que tem a sustentabilidade como objetivo principal. “Afinal, uma mídia que se preocupa em dar exemplos de empresas com responsabilidade e que promovem o desenvolvimento socioambiental não pode deixar de falar das cooperativas paranaenses que somam inúmeros casos de sucesso”, lembra. De acordo com o coordenador da Assessoria de Imprensa do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, a escolha dos trabalhos premiados foi bastante difícil. "A Comissão Julgadora teve mais dificuldade que todos os anos anteriores para escolher os três melhores em cada categoria, isto devido à excelente qualidade das reportagens e matérias", comentou.



(Na foto ao lado: João Paulo Koslovski - Presidente da Ocepar, Juliana Sartoti e Pedro salanek Filho, Diretor Executivo da revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL).







Para o presidente da Ocepar e do Sescoop Paraná, João Paulo Koslovski, o tema proposto para a VI edição do Prêmio foi um desafio colocado pela organização, “para que a imprensa pudesse mostrar aquilo que as cooperativas paranaenses sabem fazer de melhor, que é produto com qualidade”, afirmou. No VI Prêmio Ocepar de Jornalismo concorreram trabalhos publicados ou veiculados entre 1.º de janeiro a 06 de novembro de 2009. Integraram a Comissão Julgadora do Prêmio : Márcio de Oliveira Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná - Sindijor; Roberto Monteiro, da assessoria de comunicação do Instituto Emater-PR; André de Oliveira Franco, diretor da Associação de Jornalistas do Agronegócio do Paraná (Ajap) e Elvira Fantin, da diretoria de comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), além do engenheiros agronômos, Flávio Turra, Gerente Técnico Econômico do Sistema Ocepar e Leonardo Boesche, Gerente de Desenvolvimento Humano Sescoop/PR.









Premiados em 2009

JORNALISMO IMPRESSO
1º LUGAR - REVISTA GERAÇÃO SUSTENTÁVEL - Autoria: JULIANA SARTORI - Tema: "A moda verde invade passarelas e vitrines";
2º LUGAR - JORNAL GAZETA DO POVO / CADERNO CAMINHOS DO CAMPO - Autoria: GIOVANE FERREIRA, JOSÉ ROCHER E LUANA GOMES - Tema: "Hora de cooperar";
3º LUGAR - BOLETIM INFORMATIVO FAEP - Autoria: Cynthia Calderon - Tema: "Malte. A alma da cerveja" .


TELEJORNALISMO
1º LUGAR - TV SUDOESTE - REDE CELINAUTA DE COMUNICAÇÃO - Autoria: MARILENA CHOCIAI - Tema: "Cooperação, da escola para a vida";
2º LUGAR - RPC - TV OESTE / CASCAVEL - Autoria: PRISCILA LUPARELLI, EDNA DE SOUZA E LUIZ HAAB - Tema: "Cooperativa Sustentável";
3º LUGAR - RIC RURAL - RIC TV - Autoria: SÉRGIO MENDES - Tema: "O que está por trás do rótulo de um produto feito por uma cooperativa do Paraná".


RADIOJORNALISMO
1º LUGAR - RÁDIO CBN - CURITIBA - Autoria: FÁBIO TOMICH BUCHMANN - Tema: "Cooperativas: produção e qualidade";
2º LUGAR - RÁDIO CBN MARINGÁ - Autoria: LUCIANA PEÑA E EVERTON BARBOSA - Tema: "Agroindústria no Paraná: emprego, renda e qualidade";
3º LUGAR - RÁDIO BANDA B - CURITIBA - Autoria: DENISE MELLO - Tema: "Do campo à mesa - leite paraense com garantia de qualidade".



MÍDIA COOPERATIVA
1º LUGAR - JORNAL COAMO - Autoria: VANDERLEI MACIEL CAMARGO - Tema: "Integração lavoura pecuária: coprodução rentável e sustentável";
2º LUGAR - JORNAL C.VALE - Autoria: ALMIR TREVISAN E SÁRA FERNEDA MESSIAS - Tema: "Cooperativismo: abrigo contra problemas da economia e do clima";
3º LUGAR - REVISTA FRIMESA - Autoria: ELIS D'ALESSANDRO - Tema: "Os efeitos da cooperação"



PRÊMIO ESPECIAL RAMO SAÚDE
RÁDIO CELINAUTA - PATO BRANCO - Autoria: EDSON HONAISER - Tema: "Combate à mortalidade infantil e compromisso com o social: marcas da Unimed no Sudoeste"


PRÊMIO ESPECIAL RAMO CRÉDITO



JORNAL GAZETA DO POVO - Autoria: GUIDO ORGIS - Tema: "Cooperativas querem 10% do setor financeiro".




















Conheça melhor a revista em nossas mídias digitais:



























sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL é premiada pelo Concurso OCEPAR de Jornalismo

Foi entregue na tarde desta quinta-feira (26/11), durante o Encontro Estadual de Cooperativistas, o troféu e a premiação para os vencedores do VI Prêmio Ocepar de Jornalismo. Promovido pelo Sistema Ocepar, com o apoio da Sicredi PR e da Unimed PR, o Prêmio tem por objetivo destacar o importante trabalho dos profissionais da imprensa na divulgação dos projetos, ações econômicas e sociais realizadas pelo cooperativismo paranaense. Neste ano foram inscritos 82 matérias e reportagens nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa e Prêmios Especiais para os ramos Saúde e Crédito. Os trabalhos tiveram como tema "Cooperativas: desenvolvimento sustentável com produtos e serviços de origem garantida". "Apesar da quantidade de trabalhos ter sido menor que no ano anterior, 82 para 94, a Comissão Julgadora teve mais dificuldade que todos os anos anteriores para escolher os três melhores em cada categoria, isto devido a excelente qualidade das reportagens e matérias" comenta o coordenador da Assessoria de Imprensa do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho. Para Pedro Salanek Filho, Diretor Executivo da revista, "Foi uma imensa alegria receber este prêmio do setor cooperativista. Isso demonstra todo o trabalho e comprometimento da nossa equipe. Tivemos um ano de crise, cercado de muitas incertezas, que afetaram diretamente as empresas de publicidade, mas acreditamos no nosso projeto e a recompensa foi esse prêmio."


Comissão julgadora - Concorreram trabalhos publicados ou veiculados entre 1.º de janeiro a 06 de novembro de 2009. Integraram a Comissão Julgadora do Prêmio : Márcio de Oliveira Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná - Sindijor; Roberto Monteiro, da assessoria de comunicação do Instituto Emater-PR; André de Oliveira Franco, diretor da Associação de Jornalistas do Agronegócio do Paraná (Ajap) e Elvira Fantin, da diretoria de comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), além do engenheiros agronômos, Flávio Turra, Gerente Técnico Econômico do Sistema Ocepar e Leonardo Boesche, Gerente de Desenvolvimento Humano Sescoop/PR.


Critérios de avaliação - A análise e julgamento dos trabalhos inscritos no VI Prêmio Ocepar de Jornalismo teve como base os seguintes critérios: 1º - Fidelidade ao Tema - A produção jornalística deve, obrigatoriamente, ter como foco ou pelo menos fazer referência ao cooperativismo. O trabalho que não obedecer este critério será desclassificado. Tema escolhido para este ano foi: "Cooperativas: desenvolvimento sustentável com produtos e serviços de origem garantida". 2º - Conteúdo - Análise da riqueza de detalhes, bem como das informações básicas e complementares necessárias para sustentação, pleno entendimento e interpretação do conteúdo; 3º - Estrutura de Texto - Devem ser observadas as regras gramaticais, de concordância verbal e de construção da matéria, de forma a priorizar o jornalismo claro, objetivo e, sobretudo, informativo.


(fonte: assessoria de imprensa OCEPAR)






quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O livro Eco Sustentabilidade

O livro “Eco Sustentabilidade – Dicas para tornar você e sua empresa sustentável”, apresenta estratégias voltadas ao setor empresarial, sobre como aliar o desenvolvimento econômico, a preservação ambiental e a responsabilidade social. “O marketing verde é uma ferramenta estratégica para crescimento e visibilidade do setor empresarial. Investir em meio ambiente é investir no futuro e na qualidade de vida da população, o que comprovadamente agrega valor à marca”, explica o escritor e consultor em gestão empresarial e ambiental, Evandro Razzoto. No livro, ainda podem ser encontradas dicas como a definição do grau de sustentabilidade da empresa, a divulgação dos resultados do marketing verde e como a empresa pode se tornar autossustentável. O livro pode ser obtido na Livrarias Curitiba ou pelo site http://www.razzoto.com/.

Livro relata políticas sustentáveis de grandes empresas

As práticas sustentáveis estão sendo cada vez mais exigidas nas empresas, por consumidores, acionistas e investidores. Mas a nova tendência ainda provoca uma série de dúvidas nos empresários: como os empreendimentos devem operar para conduzir seus negócios na direção da sustentabilidade? Como agir quando uma ação socioambiental responsável ameaça os lucros? Qual o papel das empresas na transição do desenvolvimento tradicional para o sustentável? Essas e outras dúvidas são respondidas no livro “Experiências Empresariais em Sustentabilidade”, escrito pelo presidente-executivo do CEBDS – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, Fernando Almeida, e lançado pela Editora Campus-Elsevier, que apresenta e analisa cases de grandes empresas que aderiram às políticas institucionais sustentáveis. Ao todo, o autor avalia experiências empresariais de sustentabilidade aplicadas em 14 companhias diferentes – entre as quais destacam-se Coca-Cola, Banco Real, Natura, Petrobras, Alcoa e Philips –, relatando os erros e acertos de cada uma delas durante a implantação e execução dos modelos de negócios sustentáveis. O grande objetivo de Fernando Almeida é provar que é possível adaptar o modelo econômico brasileiro às necessidades do planeta, oferecendo ao leitor uma espécie de guia para empresários interessados em implantar ou melhorar a qualidade de seus negócios sustentáveis. A obra pode ser adquirida no site da Editora Campus-Elsevier e, também, nas livrarias de todo o país.

Experiência Empresarias em Sustentabilidade

Autor: Fernando Almeida

Editora: Campus-Elsevier

256 páginas

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Livro incentiva a sustentabilidade nas empresas

No livro “A empresa verde”, a especialista francesa Élisabeth Laville comprova, a partir de uma série de exemplos, que o conceito de sustentabilidade pode se aplicar a todos os setores da atividade econômica, sem inviabilizar os lucros. A principal característica de uma empresa que se diz comprometida com o meio ambiente é "comprometer-se em tornar ecologicamente sustentáveis 100% de seus produtos num futuro próximo", enfatiza Elisabeth. Se as empresas não tornam seus produtos ecologicamente sustentáveis, "não causam impactos reais sobre as questões ambientais que estão tentando resolver". Para ilustrar, ela cita a produção automobilística mundial: "apenas 12% do impacto sobre a mudança do clima em nível global causada pela indústria automobilística estão relacionados com as fábricas e 80% estão relacionados com os próprios carros".

A empresa verde

Autora: Élisabeth Laville

Editora: Õte

1ª edição – 2009

408 páginas

Negócios sustentáveis são tema do ExpoManagement

A partir do dia 30 de novembro, em São Paulo, o ExpoManagement promoverá exposição e ciclo de palestras com foco na gestão de negócios sustentáveis. As inscrições para participar do evento, que conta com a presença de especialistas internacionais, já estão abertas


Partindo da ideia de que a sustentabilidade, na gestão empresarial, é um componente fundamental para dar valor às companhias, a HSM – organização que dissemina a educação executiva – escolheu os negócios sustentáveis como tema da edição 2009 do ExpoManagement, que acontece de 30 de novembro a 2 de dezembro, em São Paulo. O evento, que todos os anos apresenta as tendências da gestão empresarial mundial, terá um espaço de exposição voltado, exclusivamente, para as questões relacionadas às práticas de responsabilidade socioambiental dentro das empresas. Além disso, o ExpoManagement contará com o Fórum de Sustentabilidade, que realizará, durante os três dias de evento, um ciclo de palestras com especialistas nacionais e internacionais em negócios sustentáveis. No local, ainda haverá a apresentação de cases de empresas, como a Petrobras, que implantaram, com sucesso, a gestão sustentável em seus negócios. O evento também contará com uma série de pequenas palestras paralelas, que acontecerão nos 10 auditórios do evento. Ao todo, serão mais de 150 apresentações realizadas durante os três dias de evento, com executivos e professores do Brasil e do mundo. A programação completa do ExpoManagement 2009 está disponível aqui e os interessados em participar do evento podem se inscrever pelo telefone (11) 4689-6666 ou pelo site da HSM. (texto elaborado por Débora Spitzcovsky e publicado originalmente em http://www.planetasustentavel.com.br/)




    AGENDE-SE:

  • ExpoManagement 2009 Data: De 30 de novembro a 2 de dezembro Horário: das 9h às 20h Local: Transamérica Expo Center Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, nº 387, Santo Amaro – São Paulo/SP Mais informações no site do evento




segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL é finalistas do VI PRÊMIO OCEPAR


A Comissão de Julgamento do VI Prêmio Ocepar de Jornalismo esteve reunida na manhã desta segunda-feira (23/11), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, para análise final das reportagens inscritas nesta edição. A relação dos finalistas foi divulgada no início da tarde. Pela segunda vez a revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL foi indicada entre as finalistas. Ao todo foram inscritos 82 trabalhos nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Mídia Cooperativa. A entrega dos troféus acontece nesta quinta-feira (26/11), às 15h30, durante o Encontro Estadual de Cooperativistas, que acontecerá no Teatro Positivo, em Curitiba.


Critérios de avaliação - A análise e julgamento dos trabalhos inscritos no VI Prêmio Ocepar de Jornalismo teve como base os seguintes critérios: 1º - Fidelidade ao Tema - A produção jornalística deve, obrigatoriamente, ter como foco ou pelo menos fazer referência ao cooperativismo. O trabalho que não obedecer este critério será desclassificado. Tema escolhido para este ano foi: "Cooperativas: desenvolvimento sustentável com produtos e serviços de origem garantida". 2º - Conteúdo - Análise da riqueza de detalhes, bem como das informações básicas e complementares necessárias para sustentação, pleno entendimento e interpretação do conteúdo; 3º - Estrutura de Texto - Devem ser observadas as regras gramaticais, de concordância verbal e de construção da matéria, de forma a priorizar o jornalismo claro, objetivo e, sobretudo, informativo.


Pontuação - Cada um dos critérios de avaliação recebeu nota de 0 a 10. A soma de todas as notas, de todos os membros da comissão, representa a pontuação de cada trabalho e a classificação final dos participantes. Na hipótese de empate entre os três primeiros classificados, os critérios de desempate serão definidos pela Comissão Julgadora mediante nova análise dos trabalhos.


Finalistas - Jornal Coamo - Autoria: Vanderlei Maciel Camargo - Tema: "Integração lavoura pecuária: coprodução rentável e sustentável" / Revista C.Vale - Autoria: Sara Ferneda Messias - Tema "Cooperativismo: abrigo contra problemas da economia e do clima" / Revista Frimesa - Autoria: Elis D'Alessandro - Tema: "Os efeitos da cooperação" / Rádio Celinauta - Autoria: Edson Honaiser - Tema: "Combate à mortalidade infantil e compromisso com o social: marcas da Unimed no Sudoeste" / Rádio CBN Curitiba - Autoria: Fabio Tomich Buchmann - Tema: "Cooperativas: produção e qualidade" / Rádio CBN Maringá - Autoria: Luciana Peña - Tema: "Agroindústria no Paraná: emprego, renda e qualidade" / Rádio Banda B - Autoria: Denise de Mello - Tema: "Do campo à mesa - leite paranaense com garantia de qualidade" / Jornal Gazeta do Povo - Autoria: Luana Gomes - Tema: "Hora de cooperar" / Jornal Gazeta do Povo - Autoria: Guido Orgis - Tema: "Cooperativas querem 10% do setor financeiro" / Boletim Informativo Faep - Autoria: Cynthia Calderon - Tema: "Malte. A alma da cerveja" / Revista Geração Sustentável - Autoria: Juliana Cristina Sartori - Tema: "A moda verde invade passarelas e vitrines" / RIC Rural - RIC TV- Autoria: Sérgio Mendes - Tema: "O que está por trás do rótulo de um produto feito por uma cooperativa do Paraná" / TV Sudoeste - Rede Celinauta de Comunicação - Autoria: Marilena Chociai - Tema: "Cooperação, da escola para a vida" / RPC - TV Oeste - Autoria: Priscila Luparelli - Tema: "Cooperativa Sustentável".

Julgadores - A Comissão Julgadora foi composta pelos jornalistas Márcio de Oliveira Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná - Sindijor; Roberto Monteiro, da assessoria de comunicação do Instituto Emater-PR; André de Oliveira Franco, diretor da Associação de Jornalistas do Agronegócio do Paraná (Ajap) e Elvira Fantin, da diretoria de comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), além do engenheiros agronômos, Flávio Turra, Gerente Técnico Econômico do Sistema Ocepar e Leonardo Boesche, Gerente de Desenvolvimento Humano Sescoop/PR. Os trabalhos da comissão foram coordenados pelo jornalista do Sistema Ocepar, Samuel Z. Milléo Filho.


A premiação - O Prêmio Ocepar de Jornalismo irá distribuir este ano R$ 51 mil aos vencedores. Concorreram trabalhos publicados ou veiculados entre 1.º de janeiro a 06 de novembro de 2009. Os três melhores trabalhos vão receber: 1º lugar R$ 6 mil; 2º lugar R$ 3 mil e 3º lugar: R$ 2 mil. Os prêmios especiais serão de R$ 3.500 para o ramo crédito e R$ 3.500 para o ramo saúde. A premiação é uma iniciativa da Ocepar e conta com o apoio do Sicredi PR e da Unimed PR. O objetivo é mobilizar e reconhecer jornalistas que divulgam os projetos, ações econômicas e sociais realizadas pelo cooperativismo paranaense.
Fonte: Assessoria de Imprensa - OCEPAR

Saiba mais sobre o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial (BOVESPA)

Já há alguns anos iniciou-se uma tendência mundial dos investidores procurarem empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos. Tais aplicações, denominadas “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais. Essa demanda veio se fortalecendo ao longo do tempo e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros no mercado internacional. No gráfico é possível obervar a evolução desse índice.

No Brasil, essa tendência já teve início e há expectativa de que ela cresça e se consolide rapidamente. Atentas a isso, a BM&FBOVESPA, em conjunto com várias instituições – ABRAPP, ANBID, APIMEC, IBGC, IFC, Instituto ETHOS e Ministério do Meio Ambiente – decidiram unir esforços para criar um índice de ações que seja um referencial para os investimentos socialmente responsáveis, o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial. Nesse sentido, essas organizações formaram um Conselho Deliberativo presidido pela BM&FBOVESPA, que é o órgão responsável pelo desenvolvimento do ISE. Posteriormente, o Conselho passou a contar também com o PNUMA em sua composição. A Bolsa é responsável pelo cálculo e pela gestão técnica do índice. O ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro.


Confira abaixo as 36 empresas que fazem parte do ISE 2008/2009

AES TIETE
BRADESCO
BRADESCO
BRASIL
BRASKEM
BRF FOODS
CELESC
CEMIG
CEMIG
CESP
COELCE
CPFL ENERGIA
DASA
DURATEX
ELETROBRAS
ELETROBRAS
ELETROPAULO
EMBRAER
ENERGIAS BR
FIBRIA
GERDAU
GERDAU
GERDAU MET
GERDAU MET
ITAUUNIBANCO
ITAUUNIBANCO
LIGHT S/A
NATURA
ODONTOPREV
SABESP
SUZANO PAPEL
TELEMAR
TELEMAR
TIM PART S/A
TIM PART S/A
TRACTEBEL






WalMart é a Empresa Sustentável do Ano

A revista EXAME premiou as 20 empresas que melhor integraram a sustentabilidade às suas estratégias de negócios em 2009. Dentre os vinte laureados, o Walmart foi eleito como a Empresa Sustentável do Ano, pelo acordo fechado com seus fornecedores para não disponibilizar nas lojas do grupo nenhum produto fabricado às custas de desmatamento. Estudo publicado pelo Guia EXAME de Sustentabilidade tem dados otimistas sobre a relação das empresas com a causa: das 141 participantes (de um total de 210 inscritas) que responderam ao questionário do Guia EXAME de Sustentabilidade, 80% possuem critérios ambientais para todas as etapas do processo produtivo. O Guia EXAME de Sustentabilidade teve aumento de 20% nas inscrições em 2009, totalizando 210 empresas. Isso demonstra o sucesso crescente do anuário e o interesse das companhias em comunicar suas práticas sustentáveis. Entre as empresas e projetos premiados pelo Guia EXAME 2009 estão AES Brasil, Alcoa, Anglo American Brasil, Banco Bradesco, Bunge, CPFL Energia, Itaú Unibanco S.A., Natura Cosméticos, Philips do Brasil, Serasa Experian, Suzano Papel e Celulose e Tetra Pak.


(publicado originalmente http://www.aberje.com.br/)

Governo criará comitê para estudar desoneração de reciclados

O Governo Federal criará, até o final de novembro, um comitê interministerial para discutir a desoneração tributária da matéria prima e produtos à base de reciclados. A informação é de Ana Maria Guimarães, membro da coordenação do Comitê Interministerial de inclusão Socioeconômica dos Catadores de Materiais Recicláveis (Ciisc) durante evento em São Paulo. "Grandes indústrias estão questionando a bitributação que incide sobre a matéria prima reciclada", disse Guimarães. Segundo ela, os produtos feitos de matéria prima virgem já pagam impostos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), no entanto, o governo cobra novos tributos em cima dos produtos que reciclam os materiais para fazer novos produtos. O comitê será formado por representantes do Ciisc, Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Casa Civil, Ministério do Meio Ambiente e outros órgãos do governo. A desoneração dos materiais reciclados é uma reivindicação do setor produtivo e das cooperativas de catadores de resíduos nos centros urbanos. Segundo eles, a redução da carga tributária daria um incentivo a este setor, reduzindo o preço dos produtos finais e melhorando a renda dos cerca de 800 mil catadores brasileiros.


(Fonte: Luís Paulo Roque - 11/11/2009 - http://www.revistasustentabilidade.com.br/)

domingo, 22 de novembro de 2009

Mais brasileiros integram o Conselho Mundial da Água

Benedito Braga foi reeleito como vice-presidente do WWC – Conselho Mundial da Água e Paulo Lopes Varella assumiu o cargo de governador da entidade. Com a posse dos dois brasileiros, que também são diretores da ANA – Agência Nacional de Águas, o país passa a ser o único da América Latina com mais de um dirigente no WWC


Criado em 1996 para debater os problemas globais relacionados à agua, o WWC – World Water Concil (Conselho Mundial da Água) possui, agora, uma maior representatividade brasileira em seu quadro de dirigentes, que é atualizado a cada três anos. Isso porque, durante a Assembléia Geral do WWC, que aconteceu em outubro, na França, dois representantes do nosso país foram convidados a integrar o Conselho: Benedito Braga, que já fazia parte do quadro de dirigentes da entidade e foi reeleito como vice-presidente, e Paulo Lopes Varella, que acaba de assumir, pela primeira vez, o cargo de governador do WWC – denominação dada aos que ocupam uma cadeira no Conselho. O Brasil já possuía o título de único representante da América do Sul no WWC, graças a Benedito Braga, mas com a nova configuração do Conselho garantimos, também, uma nova denominação: a de único país da América Latina a ter dois dirigentes na entidade. Segundo os brasileiros eleitos, que são também diretores da ANA – Agência Nacional de Águas, o acontecimento demonstra o aumento da importância do Brasil no cenário mundial, que, nesse caso, tem muito a ver com o fato de possuirmos a maior reserva de água doce do mundo. Em resposta a responsabilidade que lhes foi atribuída, Benedito Braga e Paulo Varella prometem dar continuidade, no WWC, ao trabalho que realizam na ANA, mantendo a liderança da América do Sul no setor dos recursos hídricos. (texto publicado originalmente: http://www.planetasustentavel.com.br/)


A revista Geração Sustentável já abordou esse tema na capa da edição 10. Inclusive o presidente do Conselho Mundial (Loïc Gauchon) foi o entrevista da edição...


Saiba mais sobre gestão hídrica, acessando:






sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Nova edição da GERAÇÃO SUSTENTÁVEL já está disponível para acesso



Com acesso livre em todo o seu conteúdo, já está disponível a Nova Edição da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL!

Em todas as suas 56 páginas o acesso é total com zoom para leitura. Outro aspecto importante é que nas páginas de nossos anunciantes e parcerios estão disponíveis os respectivos link para os sites....

ISO 26000: momento é de estabelecer consensos


O segundo e último dia do Seminário ISO 26000 – A Norma Internacional de Responsabilidade Social, realizado, em São Paulo, propôs pequenos ajustes no texto, que já conta com mais de 120 itens, a fim de chegar à reta final para aprovação em 2010


Após dois dias de discussões e de divulgação do conteúdo do que deverá ser o primeiro documento internacional com orientações sobre a responsabilidade social – a ISO 26000, delegação brasileira e representantes de stakeholders propõem algumas adequações ao documento, que já contabiliza mais de 120 itens. Entre as propostas, está a inserção de temas, como educação ambiental, além de pontos polêmicos, como o alerta sobre os cuidados quanto ao marketing dirigido ao público infantil. A meta é organizar o material e apresentar à comissão internacional, para que em maio, sejam estabelecidas as adequações do texto final e sua futura aprovação. A ISO 26000, por ser uma norma não-certificadora, terá o papel de uma cartilha internacional de orientação de boas práticas, integrante da ISO - Organização Internacional de Normalização, entidade não-governamental, criada em 1946. Teve seu processo iniciado em 2002. No Brasil, é coordenada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. “A reta final ocorrerá em Copenhague, na Dinamarca e deverá reunir comentários aprovados consensualmente, provenientes de todas as delegações participantes. Depois da produção da nova versão, num prazo estimado de três meses, ocorrerá a votação”, explica o delegado brasileiro, representante das entidades da classe trabalhadora, Clóvis Scherer. Além deste segmento, são representadas as áreas de governo, do consumidor, da indústria, de ONGs - Organizações Não-Governamentais e da categoria outros (SSRO - Serviços, Pesquisas, Consultoria e outros, da ISO 26000).

FOCO AMBIENTAL
A inserção explícita da Educação Ambiental (EA) na norma é uma das principais propostas apresentadas, durante o seminário. De acordo com a bióloga e educadora ambiental, Elaine Moscoso, do Comitê-Espelho do grupo de SSRO, já havia sido proposta pela comissão-espelho brasileira e aceita pela delegação do país, em março deste ano. “Mas sofreu o veto, durante a votação internacional. Então, a delegação brasileira definiu, que em maio do ano que vem, durante a nova rodada para a votação da norma, apresentará novamente a menção do item no documento. Terá como fundamento principal o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global”, explica. Mais um argumento utilizado durante as discussões de ontem, é que a EA seja um princípio de indução para promover a qualidade de vida, segundo os critérios da OMS – Organização Mundial de Saúde, de acordo Andréa Santini Henriques, delegada representante da área governamental. Segundo a bióloga Elaine Moscoso, a norma técnica brasileira 16000, que trata de responsabilidade social corporativa, também será revista com base na ISO 26000, como também novas normas nacionais e políticas públicas.


Conteudo publicado originalmente: http://www.planetasustentavel.com.br/)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

SEMINÁRIO NESTLÉ BRASIL GLOBAL

O Prêmio Nobel da Paz e sétimo Secretário-geral da ONU tratará de uma das temáticas mais atuais em todo o mundo, o Desenvolvimento Sustentável


Uma das mais relevantes vozes mundiais para temas como sustentabilidade e mudanças climáticas, Kofi Annan, Prêmio Nobel da Paz e sétimo Secretário-geral da ONU (1997-2006), chega ao Brasil para participar do seminário Nestlé Brasil Global, que acontece no dia 23 de novembro, no Copacabana Palace, Rio de Janeiro. O evento, exclusivo para 400 convidados, entre líderes empresariais e autoridades, abordará a Criação de Valor Compartilhado – plataforma mundial de responsabilidade social da Nestlé que tem entre seus conceitos a transferência de conhecimentos e assistência aos produtores rurais rumo a uma agricultura sustentável.

“Uma empresa como a Nestlé, imbuída da missão de levar nutrição, saúde e bem-estar aos consumidores somente pode concretizar totalmente seus objetivos se conseguir o desenvolvimento sustentável do negócio aliado ao crescimento sustentável de cada comunidade onde está presente”, afirma Ivan F. Zurita, presidente da Nestlé Brasil.

O Seminário Nestlé Brasil Global marca a terceira visita de Kofi Annan ao Brasil e integra a plataforma Rio Faz Bem Nestlé – uma série de eventos inéditos no País que englobam as áreas de sustentabilidade, esporte e entretenimento.

Criação de Valor Compartilhado
A Nestlé elegeu três temas-foco para direcionar a atuação de sua plataforma mundial de responsabilidade social corporativa — a Criação de Valor Compartilhado: Nutrição, Água e Desenvolvimento Rural, que estão diretamente relacionados às operações da companhia em diferentes momentos da cadeia do negócio. Exemplo disso, é a atuação do Grupo Nestlé que, hoje em dia, soma 6,2 bilhões de dólares em matéria-prima comprada em países em desenvolvimento e opera junto a 610 mil agricultores, beneficiados com assistência técnica gratuita.

Ainda de acordo com os conceitos da Criação de Valor Compartilhado, a Nestlé marca forte presença com os programas:
· Nutrir: leva educação alimentar a crianças e adolescentes de baixa renda e já atendeu cerca de 1 milhão de crianças em todo o país;
· Cuidar: leva educação ambiental com foco na preservação da água;
· Saber: programa desenvolvido com foco especificamente no desenvolvimento rural.
Para maiores informações: patricia.melendi@cdn.com.br

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

ECOBRIQ - Projeto de alunos da FESP é premiado pela ONU


A certificação é resultado de um convênio entre o Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), por meio do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) e a (Nations Volunteers Programme (UNV), programa de Voluntariado da ONU. Para receber a certificação, o projeto deveria envolver os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), metas pactuadas pelo Brasil e por outros 190 países membros das Nações Unidas para melhorar indicadores sociais, ambientais e econômicos, de acordo com o pacto formado durante a Cúpula do Milênio, promovida pela Organização das Nações Unidas em setembro de 2000, quando foi criada a Declaração do Milênio, que estabeleceu como prioridade eliminar a extrema pobreza e a fome no planeta até 2015. Para tanto, foram definidos oito objetivos, os chamados Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
O projeto ECOBRIQ foi apresentado no dia 28 de outubro no 2º Congresso Nós Podemos Paraná, realizado entre 26 a 28 de outubro, organizado pelo Movimento Nós Podemos Paraná, com o apoio do Sistema Fiep, do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) e Observatório de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis), apresentando a idéia que retrata o 7º Objetivo do Milênio – “Respeito ao Meio Ambiente”. A idéia recebeu elogios dos organizadores e dos demais participantes do evento, e também rendeu convites para novas apresentações do projeto em outras entidades ligadas ao programa.
Na noite do dia 28 de outubro, durante o encerramento do congresso, os autores dos projetos receberam os certificados através da representante do UNV no Brasil, Diana Karla Fonseca da Costa, também do presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, e do cineasta Mauro Garcia Dahmer, diretor de responsabilidade social da MTV.


Projeto:
ECOBRIQ – Fabricação e Comercialização de Briquetes

Trabalho de conclusão de curso, desenvolvido durante o ano de 2008 por alunos do curso de Administração de Empresas da FESP – Fundação de Estudos Sociais do Paraná.
A questão do meio ambiente e da sustentabilidade se tornou uma ação necessária no contexto das pequenas, médias e grandes empresas, e para que esta questão tenha um sentido, é preciso que sejam aplicados planos de negócios nas organizações. Esse tema exige a interação e o envolvimento de diversos setores ambientais e econômicos que tornem possível a implantação das estratégias sustentáveis.
O objetivo é apresentar a viabilidade da implantação de uma empresa que atuará no setor energético, fazendo aproveitamento de resíduos vegetais e florestais, que hoje são descartados, para oferecer uma fonte de energia limpa, o BRIQUETE (lenha ecológica), proporcionando a utilização do produto final que será a energia limpa, a qual contribuíra com o meio ambiente. Trata-se de um empreendimento que se integra aos “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, fazendo parte deste movimento que envolve a educação, os negócios e a sociedade, focando a sustentabilidade ambiental.
Autores certificados: Alexandre Amaral, Iwersonclei Boneti, Jaqueline Rocha do Nascimento, Márcio Luiz dos Santos, Neomar José Pellanda e Susana Jacob.
Depoimentos dos autores:
“Agradecemos todas as entidades envolvidas no Movimento, através delas comprovamos que nossa idéia tem grande valor, e nosso trabalho sobre o meio ambiente foi devidamente compensado com a certificação, isso nos proporcionará grandes benefícios profissionais”. Alexandre Amaral
“Este certificado nos permite vincular o projeto a entidades ligadas ao movimento que fortalece a Sustentabilidade Ambiental, mostrando que nossa iniciativa tem total importância para o meio ambiente”. Iwersonclei Boneti
“A intenção da equipe é implementar todos os estudos elaborados sobre o tema, com a criação da empresa, e permitir que os potencias consumidores do produto vivenciem na prática os benefícios que o briquete é capaz de proporcionar, principalmente por se tratar de um produto ecologicamente correto. Agradecemos a ONU e a FIEP pelo reconhecimento e valorização da nossa idéia ”. Jaqueline Rocha do Nascimento
“Foi com grande entusiasmo que recebemos a notícia de que nosso projeto foi certificado. Obrigado pelo espaço concedido para apresentação. A certificação nos motiva e significa um grande apoio, assim seguiremos em frente com o projeto sempre buscando ótimos resultados para o meio ambiente”. Márcio L. dos Santos
“Fiquei extremamente satisfeito com a classificação do nosso projeto entre os melhores do estado, também foi uma grande satisfação apresentar nossa idéia durante o “2º Congresso Nós Podemos Paraná”. A certificação concedida pela ONU, através do Nations Volunteers Programme (UNV), é o reconhecimento do nosso trabalho, agregou grande valor a nossa vida, nos proporciona a certeza de que a realidade de implantação da idéia se torna cada vez maior, além de comprovar nossa experiência profissional”. Neomar José Pellanda
“Foi uma grande experiência participar do “Movimento Nós Podemos Paraná“. É notável a grande participação dos estudantes, professores e da comunidade contribuindo com o voluntariado da ONU. Projetos muito importantes foram apresentados por alunos e professores de todo o estado, e nós da ECOBRIQ tivemos a honra de dividir este espaço em prol dos Objetivos do Milênio”. Susana Jacob
A equipe agradece aos professores da Fesp que apoiaram a idéia durante o desenvolvimento do projeto: Sandro Andriow, Pedro Carmona, Fábio Kleine Albers, Luiz Fernando Ferreira da Costa e também os professores Carlos Athayde Guimarães e Marco Antonio Paludo pelo incentivo na participação no movimento “Nós Podemos Paraná”.
(Texto publicado originalmente: http://www.fesppr.br/2008)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

EARTH SONG

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. Veja, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson. Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York.

Eventos ETHOS - Curitiba - 19/nov

O Instituto Ethos, por meio do Programa Rede Empresarial pela Sustentabilidade, tem satisfação em convidá-lo (a) para o encontro: Oficina de Diálogo sobre Práticas empresariais anticorrupção e lançamento do manual “A Responsabilidade social das empresas no Combate à Corrupção”.


Convidados:Rui Hess de Souza - Diretor de Exportação e Varejo - Dudalina S/ADaiani Mistieri - Coordenadora do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a CorrupçãoIzabela Corrêa - Gerente de Promoção da Ética, Trânsparência e Integridade - CGU - Controladoria Geral da União da Presidência da RepúblicaCid Alledi- Professor de Ética nos Negócios, Responsabilidade Social e Sustentabilidade/RJ e Instrutor Uniethos


Data: 19.11.2009Horário: 09h00 às 13h00


Local: ISAE/FGVEndereço: Av Visconde de Guarapuava,2943 - Curitiba PR


Favor confirmar presença clicando aqui.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Núcleo Nós Podemos Curitiba - Planejamento 2010


Conheça os nossos parceiros/anunciantes


Conheça os nossos parceiros/anunciantes

Monte Bello Eventos: www.montebelloeventos.com.br
Consult - www.consult.com.br
USP/FIA - www.fia.com.br
Seduc - www.seduc.com.br
DFD Advocacia- www.defigueiredodemeterco.com.br
Civitas Consultoria- www.civitas.srv.br
Junior Achievement - www.japr.org.br
Acessus Consultoria - www.acessus.srv.br
Enfoque- www.enfoque.com
IBEC/PR - www.ibecpr.org.br
Estacao Business School - www.estacaopr.com.br
Eco Social - www.ecosocial.com.br
Maternatura - www.maternatura.org.br
Jornal Meio Ambiente - www.jornalmeioambiente.com.br
Rede da Sustentabilidade - www.sustentabilidade.org.br
IBF - http://www.plantearvore.com.br/

Isak Kugrianskas/USP - Entrevistado 15ª Edição da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Isak Kugrianskas: Uma vida dedicada à pesquisa sobre o desenvolvimento sustentável em empresas e universidades. Assim se pode resumir a trajetória do professor doutor Isak Kruglianskas, chefe de Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e coordenador do Programa de Gestão Estratégica Socioambiental (Progesa) da Fundação Instituto de Administração (FIA). Graduado em Engenharia Aeronáutica, na década de 1960, Isak ingressou na profissão e logo percebeu que algo lhe incomodava. A maneira como as empresas trabalhavam, sem qualquer preocupação além do lucro, fez com que ele retornasse à universidade para repensar seu papel como profissional. De lá não saiu mais. Atualmente, seu trabalho acadêmico realizado no Brasil e também no exterior, onde é membro de conselhos de diversas instituições fronteiras, auxilia na formação de profissionais que já entram no mercado com uma missão a mais: enraizar a sustentabilidade no mundo corporativo.

Em entrevista para a GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, mesmo em viagem fora do Brasil, o professor Isak falou sobre o Progesa, a necessidade de unir experiências profissionais e acadêmicas, e avaliou os passos do desenvolvimento sustentável no Brasil.

Como começou o seu interesse pela sustentabilidade?
No início da minha carreira, quando atuava como engenheiro de produção, comecei a despertar para o tema. As práticas adotadas pelas empresas na época despertaram em mim um grande sentimento de culpa que seguiu me atormentando até meu ingresso no mundo acadêmico. Na década de 80, mais ou menos, inspirado na tese do professor Denis Donaire, associei-me a ele e criamos uma disciplina sobre gestão empresarial e meio ambiente. A partir desse momento, comecei a pesquisar sobre o assunto ao qual me dedico até hoje.


Como surgiu a ideia de criar o Programa de Gestão Estratégica Socioambiental (Progesa)?
A ideia do Progesa surgiu no âmbito de um grupo de alunos e profissionais interessados no tema, com destaque especial para o professor João Furtado. Esse grupo entendeu ser oportuno criar um programa sobre o tema, porém com um foco no nível estratégico, haja vista haver, na época, algumas iniciativas mais focadas aos níveis tático e operacional. A ideia do Progesa foi e continua sendo a de propiciar um ambiente que favorecesse a realização de pesquisas, intercâmbios, reflexões, treinamento e assessoria para os stakeholders (partes interessadas).


Quais as atividades realizadas pelo Progesa atualmente? Quais os planos futuros?
Atualmente, o Progesa está bastante focado em pesquisa e treinamento. Foram realizados alguns MBAs in Company e treinamentos abertos de curta duração. Integrantes do Progesa têm realizado atividades de consultoria em pequena escala por meio de contratações pessoais diretas. Os planos futuros incluem a continuidade das atividades de pesquisa, uma ênfase maior para as atividades de assessoria e a consolidação de MBA e Cursos de Especialização em nível de Pós-Graduação. Será, também, buscada maior inserção internacional e uma exposição à mídia mais intensa.


Tradicionalmente, profissionais acreditam que a academia e as empresas vivem realidades, muitas vezes, opostas. O que é necessário fazer para mudar esse pensamento e aproximar pesquisas acadêmicas voltadas à sustentabilidade e ao cotidiano das empresas?
Essa crença repousa em um mito que considero falso. Entendo que não há nada mais prático do que uma boa teoria. No passado, como consequência, em grande parte, do nosso tipo de colonização e do baixo nível de industrialização do país até a década dos 60 e 70, havia maior dicotomia entre a produção industrial e a academia, até mesmo porque a tecnologia era praticamente toda importada. Porém, hoje a realidade é bem diferente, tanto os empresários como os acadêmicos esclarecidos sabem de sua mútua interdependência. Portanto, o que precisa ser feito é o diálogo e como consequência o esclarecimento, porém reconhecendo sempre que as motivações e o ritmo (timing) da academia e da empresa são diferentes.


Quais os principais benefícios gerados em uma parceria entre universidade e empresa?
Tanto o setor empresarial quanto a academia sabem que uma das principais razões de sua existência é propiciar qualidade de vida para a sociedade, que, em contrapartida, sustenta ambos. Portanto, se houver colaboração entre empresa e academia, a empresa terá acesso a uma importantíssima fonte de conhecimentos que lhe proporcionará diferenciais competitivos e, por sua vez, a academia, além de ter acesso a uma importante fonte de necessidades a serem atendidas, também terá acesso a conhecimentos empíricos e recursos materiais que tornarão sua missão muito mais efetiva e gratificante.


Em sua opinião, como está a sustentabilidade no setor corporativo brasileiro, em comparação com outros países? Falta muito para avançar ou o empresariado está mais sensibilizado e consciente a respeito da necessidade de mudanças?
Acredito que há muito caminho a percorrer pelo setor corporativo em todo o mundo e também no Brasil. Nosso país tem forte vocação para liderança mundial no que diz respeito à sustentabilidade, pois é praticamente o último grande país com reservas naturais que poderá adentrar o futuro numa nova economia de baixo carbono e de respeito ao meio ambiente, usando tecnologias ecoeficientes de forma bastante competitiva. Muitos empresários brasileiros estão se dando conta dessa oportunidade e vêm se preparando para aproveitá-la. O governo também parece estar se sensibilizando para esse fato. Por essa razão, acredito que o processo de mudança está se acelerando, especialmente nos centros brasileiros mais desenvolvidos. O grande desafio é envolver de forma mais intensa as regiões menos desenvolvidas e as pequenas e médias empresas de setores mais tradicionais.

Em sua opinião, como vem sendo tratada a sustentabilidade nas universidades brasileiras?
Como no setor corporativo e no resto da sociedade, a sustentabilidade ainda é um tema emergente nas universidades brasileiras, apesar de inúmeros artigos científicos oferecidos em diferentes congressos. De fato, nos últimos cinco ou dez anos esse tema começou a surgir e sua inserção na academia vem acelerando-se acentuadamente. Um dos grandes problemas para o trato da sustentabilidade nas universidades em geral, e nas brasileiras em particular, é o fato de que esse tema é transversal e precisa ser tratado de forma sistêmica, o que se contrapõe com a tradição disciplinar das universidades.


A Fundação Instituto de Administração (FIA) foi eleita por três vezes consecutivas a melhor faculdade de negócios do Brasil. Por qual motivo acha que merece esse título?
A FIA foi eleita por três anos consecutivos como a Melhor Escola de Negócios pelo Ranking da Revista Você S.A., de acordo com a pesquisa realizada por ela. Nas edições, todos os cursos da FIA que participaram das cinco categorias foram considerados os melhores do Brasil (Recursos Humanos, Marketing, Executivo, Tecnologia de Informação e Finanças) e, em alguns casos, com os dois primeiros lugares. Os principais motivos indicados foram a capacidade de fornecer conteúdo atualizado, excelentes instalações e infraestrutura, qualidade do corpo docente e propiciar networking. Essas afirmações foram feitas por alunos, ex-alunos, professores, diretores de empresas, especialmente das áreas de recursos humanos e por profissionais especializados. A FIA também recebeu destacadas posições em rankings internacionais, como o respeitado ranking do Financial Times e da revista America Economia. A FIA foi criada e é administrada por professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), com titulação mínima de doutor e ampla experiência prática, portanto, acredito que o titulo foi merecido.


Qual mensagem gostaria de deixar para os leitores da Geração Sustentável?
O fato de ser um leitor dessa conceituada revista já é uma evidência de que são pessoas diferenciadas com visão de futuro e valores éticos elevados. Minha mensagem é a de que sigam nessa direção, aprimorando suas qualidades profissionais, pois um mundo novo está se criando e abrindo oportunidades únicas, tanto para uma convivência com melhor qualidade de vida, respeito com a diversidade biótica e o papel que nos cabe como humanos, como para o exercício de atividades profissionais gratificantes e auto-realizadoras.

Editorial - 15ª Edição GERAÇÃO SUSTENTÁVEL


Um sopro no presente para transformar o futuro

Os alertas para a preocupação com as responsabilidades social e ambiental hoje representam mais do que demanda de mercado. São sinais de que grande parte dos modelos utilizados até hoje para alcançar desenvolvimento se quebraram. Muito do que foi conquistado e se transformou em riqueza, mais do que lucro, trouxe um grande aprendizado: fizemos muita coisa errada. O planeta dá sinais claros de que não vai suportará mais tantos impactos, e a sociedade continua sofrendo as mesmas mazelas da desigualdade que perduram há séculos. Mas hoje há quem aponte caminhos para um futuro mais promissor. São aqueles que conseguem enxergar a realidade de forma sistêmica, misturam aprendizados e derrubam as mais diversas fronteiras. O futuro sustentável está nas mãos de quem sabe a importância do crescimento compartilhado e que reconhece um mundo muito além do próprio umbigo. É de quem respeita a si e ao próximo e tem a humildade de buscar soluções nas mais diversas fontes. Por isso, nessa edição, a GERAÇÃO SUSTENTÁVEL mostra a busca das empresas pela sustentabilidade e aponta um atalho para essa conquista: a união entre corporações e estudos acadêmicos. Afinal, não é novidade que o empresário precisa transformar seu negócio. Para isso, precisa rever conceitos e se perguntar se tem condições de criar um mundo novo ou manter apenas velhos hábitos para alguns próximos anos. A ponte para quem consegue enxergar além é a inovação. Então, por que não juntar esforços com aqueles que dedicam a vida às análises e pesquisas? E os exemplos dessa edição mostram que a mudança é possível e está muito mais próxima e palpável do que parece. Afinal, quem enxerga longe é aquele capaz de trazer o futuro para o presente – como o vento que espalha as delicadas partes de dente-de-leão, acelerando a busca por uma vida nova, com diferentes possibilidades e solos certamente mais férteis.

Carros Elétricos - A nova revolução francesa

A França apresenta 14 ações para incentivar o uso de carros elétricos até 2020


A meta é ambiciosa. Ter 2 milhões de carros elétricos nas ruas até 2020. Esse plano, apresentado no mês passado pelos ministros Jean-Louis Borloo (ecologia e energia) e Christian Estrosi (indústria), inclui 14 ações tachadas de concretas pelo governo francês para garantir que os veículos elétricos sejam viáveis para a população. O primeiro passo é ter os carros. Os quatro primeiros modelos “made in France” chegam no próximo ano e já contarão com um bônus de 5 000 euros para sua aquisição – válidos para qualquer veículo que emita menos de 60 gramas de CO2 por quilômetro. O próprio governo planeja ter até 2015 uma considerável frota de 100 000 veículos elétricos. Para isso, dá-lhe energia: serão construídos, até 2020, 4,4 milhões de pontos de recarga nas ruas, o que demanda um investimento de mais de 4 bilhões de euros – incluindo nessa conta o reforço da rede pública de energia, para suportar a gigantesca demanda. Além desses terminais, os prédios residenciais e comerciais, construídos após 2012, terão de ter, obrigatoriamente, pontos de recarga. O governo também espera que os shoppings e hotéis entrem na dança da energia. Confira abaixo as 14 metas do governo francês, que devem ser cumpridas até 2020.


OS MANDAMENTOS 1) Até 2010: pontos piloto de recarga 2) Veículos elétricos nos novos projetos da cidade 3) Ajudar as universidades a desenvolver baterias elétricas 4) Comprar 100000 carros elétricos até 2015 5) Subsidiar em 5000 euros o veículo elétrico 6) Carros elétricos carregados em qualquer tomada 7) Após 2012: prédios novos devem ter ponto de recarga 8) Instalar pontos de recarga em prédios antigos 9) Até 2015: todo prédio deve ter pontos de recarga 10) Usar o padrão europeu de tomadas 11) Governos locais devem criar pontos de recarga 12) Organizar a distribuição da rede de recarga 13) Nenhuma fonte fóssil deve ser usada para gerar energia 14) Promover a reciclagem de baterias


(texto publicado originalmente por Rodrigo Leite Revista Quatro Rodas: http://www.planetasustentavel.com.br/)

Linha branca mais verde

Manter a redução do IPI apenas para os eletrodomésticos que consomem menos energia é uma medida eficaz

O governo federal decidiu prorrogar a redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para eletrodomésticos da chamada linha branca pelos próximos três meses. A iniciativa trouxe mudanças. De novembro até o fim de janeiro, quando expira o novo prazo, a alíquota estará condicionada ao consumo de energia do produto. Quanto mais eficiente ele for, menor o imposto pago. A justificativa para o adiamento, que custará aos cofres públicos estimados 132 milhões de reais em isenções, foi manter aquecidas as vendas do fim do ano e, assim, incentivar a criação de empregos. Além disso, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a medida foi pensada para incentivar a economia de energia e colaborar na preservação ambiental. Num único lance, o governo procurou atender às reivindicações dos empresários do setor, angariar apoio popular e ainda abrandar a fúria dos ambientalistas desde a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente. O anúncio foi bem recebido por comerciantes e fabricantes. "O governo se mostrou sensível ao facilitar a compra de produtos antes considerados de luxo. Toda a cadeia produtiva sai ganhando e novas vagas de trabalho deverão ser abertas", afirmou a VEJA Luiza Trajano, presidente da rede de lojas Magazine Luiza. Produtos com o selo A, os mais eficientes na escala do Inmetro, gastam em média 20% menos energia, no caso, por exemplo, das máquinas de lavar. O problema é que muitas vezes esses eletrodomésticos são mais caros, o que desestimula sua venda. Por isso, na avaliação de Patricio Mendizábal, presidente da fabricante de eletrodomésticos Mabe Mercosul, o estímulo não deveria ser apenas transitório: "Os tributos são muito elevados. Além disso, a indústria não conseguirá substituir, em apenas três meses, toda a sua linha por produtos que sejam ecologicamente corretos". Se for para cobrar menos impostos, que o governo ouça a reivindicação. (Fonte: Revista VEJA - publicado originalmente http://www.planetasustentavel.com.br/)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Relação defensivos e segurança alimentar é debatida na AnB


As crises que ameaçam a oferta global de alimentos e as estratégias para controlar o abastecimento mundial vêm sendo amplamente debatidas pelo Comitê de Segurança Alimentar da Organização das Nações Unidas (ONU). A entidade aponta para necessidade de aumento da produção mundial de alimentos e o contínuo monitoramento da mesma para garantir o direito humano a uma alimentação adequada. Em Curitiba, profissionais de todo país foram chamados para debater o tema, durante o II Simpósio Nacional sobre Segurança Alimentar. O evento é uma promoção da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (AEAPR-Curitiba), e integra a programação da II Agronegócio Brasil (AnB), de 4 a 6 de novembro, no Centro de Eventos Expo Unimed Curitiba.


Um dos nomes nacionais que marcaram presença no evento foi o consultor José Annes, da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), que destacou em sua palestra o tema “Segurança alimentar e os defensivos agrícolas: mitos, fatos e tendências para a próxima década”. Gaúcho radicado em São Paulo, Annes destacou para os cerca de 200 profissionais e estudantes presentes, qual é o trabalho da Andef, que representa a indústria de defesivos agrícolas, um setor cujo papel é estratégico no crescimento da agricultura brasileira. “É nas indústrias de defensivos que são gerados os produtos que vão ajudar o homem do campo a proteger suas lavouras de pragas, doenças e plantas daninhas. Sem esse controle, o Brasil não teria conseguido aumentar seus índices de produtividade”, disse o consultor.

Segundo Annes, o desafio é que as novas tecnologias entrem mais rápido no país, atualizando a regulamentação do setor. “É importante que haja a cobrança da sociedade diante do entendimento de que o uso dos defensivos é fundamental para o setor”, disse. Levantamento da FAO aponta que o Controle de doenças na agricultura evita perdas de 38% de alimentos, número que deixa evidente a relação entre defensivos e segurança alimentar. “Incentivamos o produtor a investir na tecnologia da sua lavoura, fazendo o manejo adequado. A Andef está comprometida com a educação no ambiente rural. Um dos aspectos que revela esta preocupação é a posição de liderança que o Brasil ocupa em recolhimento de embalagens primárias, com taxa de 92% de recolhimento”, diz Annes.

SOBRE A ANDEF
A Andef comemora 35 anos de atuação em 2009. Sua missão é "criar condições favoráveis ao desenvolvimento do setor de produtos fitossanitários no Brasil, atuando na defesa de suas associadas, respeitando o homem e o ambiente, promovendo o uso correto e seguro destes produtos e visando a melhoria da produtividade e qualidade da produção agrícola".
São 16 as empresas associadas: Arysta LifeScience, Basf, Bayer CropScience, Chemtura, Dow AgroSciences, DuPont, FMC do Brasil, Iharabras, Isagro Brasil, Ishihara Brasil, Monsanto, Nisso Brasileira, RohmHaas, Sipcam Isagro, Sumitomo Chemical do Brasil e Syngenta. São mais de 600 marcas comerciais no Brasil e o número de funcionários nas companhias chega a quase 10 mil pessoas.

APOIADORES ANB
A realização da 2ª Agronegócio Brasil tem o apoio institucional da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP), Federação Estadual da Agricultura (FEAP), Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná – SEAB, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná – SEMA, Itaipu Binacional, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (CREA), Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea (MUTUA), Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia (CONFEA), Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários da Região Metropolitana de Curitiba (ASSIPAR), Associação Nacional de Defesa Vegetal - ANDEF e da Companhia Paranaense de Energia – Copel. A II Agronegócio Brasil teve a organização da MonteBello Eventos.

Fonte: Novo Conceito Comunicação
Foto: Tatiana de Oliveira

Cidadania... Uma realidade possível


Seminário em Curitiba aborda Desenvolvimento Sustentável


FAE traz a Curitiba maiores nomes do setor para debater o tema entre os dias 11 e 13 de novembro


A Gestão Sustentável é um modelo capaz de orientar o curso de uma empresa, comunidade ou país, visando manter uma relação harmônica entre os setores social, ambiental, educativo e econômico.Baseado nesta questão central, a FAE Centro Universitário promove entre os dias 11 e 13 de novembro, o 4º Seminário sobre Sustentabilidade. Neste ano, o tema central do evento, realizado pelo Mestrado em Organizações e Desenvolvimento da instituição, será: "Desenvolvimento com Sustentabilidade: desafio do século XXI”. A intenção é aproximar grupos ou pessoas envolvidas com o meio sustentável, analisar diferentes práticas para o desenvolvimento e propor estratégias que viabilizem o debate. No encontro estarão reunidos pesquisadores que irão promover uma discussão interdisciplinar a respeito do significado atual do desenvolvimento com sustentabilidade.Os trabalhos apresentados serão divididos por temáticas: gestão social e políticas públicas; questões socioeconômicas; inovação; desenvolvimento local; ensino, pesquisa e extensão; e organizações.Para o professor Antoninho Caron, membro do comitê organizador, este tema é exatamente a problemática atual. Para ele, o principal desafio deste século é encontrar um novo modelo que traga oportunidade a todas as pessoas, gerando trabalho, bens e serviços em harmonia com a natureza. "No seminário serão discutidas as questões do aquecimento global; novos valores de uma sociedade; as intensas mudanças na sociedade e no meio ambiente; a ética e a moral”, conclui.Serão realizadas cinco palestras com professores doutores, sete oficinas e apresentação dos trabalhos inscritos. A abertura será feita pelo professor doutor Francisco Maria Cavalvanti de Oliveira, com a palestra magna "A Navegação Venturosa: O pensamento de Celso Furtado”. Além dele, outros palestrantes de renome estarão presentes ao evento: Prof. Clóvis de Vasconcelos Cavalcanti (hors concours pesquisador titular da Fundação Joaquim Nabuco e membro fundador de diversas entidades do setor), Prof.ª Dr.ª Liana Maria da Frota Carleial (doutora em Economia pela Universidade de São Paulo e diretora do IPEA), Prof. Dr. José Henrique de Faria (líder do Grupo de Pesquisa Economia Política do Poder e Estudos Organizacionais - UFPR/CNPq), Prof. Dr. Arlindo Philippi Jr (doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, pesquisador e coordenador de Área Interdisciplinar da CAPES), entre outros. Além de assistirem às palestras, os participantes poderão participar de oficinas sobre temas como "Riscos e Vulnerabilidades: os impasses para a sustentabilidade e o direito ambiental”, "Educação para a Sustentabilidade e a Mudança de Comportamentos”, "Teoria Crítica da Sustentabilidade”, "Economia solidária: formação humana para a sustentabilidade”, além de outras com temas correlatos.A ocasião pode ser aproveitada principalmente por gestores públicos e privados, professores, alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais envolvidos com a sustentabilidade.Os trabalhos aprovados pela comissão organizadora serão publicados nos canais eletrônicos do evento.


As inscrições dos artigos poderão ser feitas pelo site www2.fae.edu/sustentabilidade2009 até o dia 15 de novembro. SERVIÇO: 4º Seminário sobre SustentabilidadeLocal: FAE Centro Universitário - Rua 24 de Maio, 135 – Centro – Curitiba/PRInscrições: R$ 80,00 para profissionais e estudantes de pós-graduação, R$ 50,00 para estudantes de graduação e R$ 35,00 para alunos e funcionários da FAE.
Informações: (41) 2105.4190 ou 2105.4170 www2.fae.edu/sustentabilidade2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Agronegócio encerra com novos desafios aos profissionais das ciências agrárias

Depois de três dias de programação técnica e científica, a II Agronegócio Brasil encerrou com o entendimento de que o evento alcançou o objetivo proposto, de trazer para o ambiente urbano as principais discussões que envolvem a produção rural. Cerca de 1.300 profissionais, gestores e estudantes participaram do evento, realizado no ExpoUnimed Curitiba.

Além do I Seminário de Compensação por Serviços Ambientais, realizado em agosto, a II Agronegócio Brasil envolveu a realização do I Simpósio sobre Produção Integrada em Sistemas Agropecuários (PISA), II Simpósio Nacional de Segurança Alimentar, e III Encontro de Secretários Municipais de Agricultura e Meio Ambiente – Por uma Alimentação Escolar com Equilíbrio Ambiental e Desenvolvimento Local, realizados entre os dias 4 e 6 de novembro.

Na avaliação do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (AEAPR-Curitiba), Luiz Lucchesi os destaques da II Agronegócio Brasil foram a difusão de conhecimento acerca da Produção Integrada em Sistemas Agropecuários (PISA), apontado como principal programa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) rumo à necessária certificação de produtos do meio rural, o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, os avanços e desafios na produtividade nacional, a escassez de recursos naturais e a necessidade da adoção de modelos sustentáveis, além da nova perspectiva para a agricultura familiar com a Lei 11.947, que determina a obrigatoriedade da aquisição de, no mínimo 30%, de produtos oriundos da agricultura familiar, para uso na alimentação escolar. “Além de um excelente público, em número e qualidade técnica, o evento contou com a presença de nomes importantes do Ministério da Agricultura e Secretaria Estadual da Agricultura, que já nos asseguraram o interesse na realização de um evento ainda maior, que traga experiências internacionais, no próximo ano”, avaliou.

A programação da II Agronegócio Brasil chegou ao fim, mas, os desafios para os profissionais das ciências agrárias, não. Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura (MAPA), Márcio Portocarrero, “cabe aos profissionais que aqui estiveram o compromisso de transmitir aos produtores as informações aqui debatidas. O desafio dos profissionais das agrárias é convencer o produtor a comprar estas idéias, de adoção de modelos de agricultura sustentável, unidos em suas regiões e planejando na forma de bacias. Não conseguiremos impor a adoção destas tecnologias por decreto, o produtor rural tem que se sentir motivado diante dos resultados positivos apresentados nas unidades de pesquisa”, ponderou.

Para o organizador da II Agronegócio Brasil, Valdir Bello, os bons resultados nesta segunda edição da Agronegócio Brasil aumentam a responsabilidade para o próximo ano. “O evento cresceu em qualidade, em número de participantes e também na questão política. A exposição de produtos e serviços também foi além das expectativas o que aumenta, sem dúvida, a nossa responsabilidade para o próximo ano”, avaliou o coordenador da MonteBello Eventos, empresa que também é responsável pela promoção de eventos como a IV Reciclação - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental e I Expominerais - Feria de Indústria Mineral.
A realização da II Agronegócio Brasil e seus eventos simultâneos teve o apoio institucional da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP), Federação Estadual da Agricultura (FEAP), Itaipu Binacional, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná (CREA), Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea (MUTUA), Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia (CONFEA), Companhia Paranaense de Energia (COPEL), Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários da Região Metropolitana de Curitiba (ASSIPAR), Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas no Estado do Paraná (SINDIADUBOS). A II Agronegócio Brasil teve a organização da Montebello Eventos.
(Fonte: Novo Conceito - Assessoria em Comunicação)