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sábado, 30 de janeiro de 2010

A Junior Achievement Paraná começa 2010 com força total

Reiniciaram-se as atividades desta associação que em 2009 beneficiou 35.721 alunos e que em 2010 planeja beneficiar outros 70.000 estudantes. Para chegar a este objetivo, a JAPR conta com o apoio dos “heróis”, orientadores voluntários, que disponibilizam seu tempo para semear o empreendedorismo nas salas de aula, sendo a responsabilidade socioambiental um conteúdo obrigatório em todos os programas. Para quem busca a construção de uma sociedade sustentável e que também quiser participar deste desafio, é só entrar em contato para saber como fazer a diferença na educação de nossos jovens.

Acesse o site http://www.japr.org.br/ e confira!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CURITIBA SEDIARÁ A X CONFERÊNCIA ANPEI EM ABRIL PRÓXIMO

O evento será promovido entre os dias 26 e 28 de abril próximo, em parceria com a FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, através do CIETEP - Centro de Inovação, Educação, Tecnologia e Empreendedorismo do Paraná. O tema eleito para a X Conferência será a “Cooperação para Inovação Sustentável”.

Programação
A programação da X Conferência, deverá contar com renomados palestrantes do Brasil e do exterior, com destaque para o professor PHD e pesquisador americano Stewart L. Hart, da Universidade de Cornell (EUA), que vai repassar toda suas experiências no campo do desenvolvimento tecnológico e inovação, baseado nos mais avançados conceitos da Sustentabilidade. Para ele “a Inovação não pode existir sem levar em conta a Sustentabilidade e vice-versa”.

Outra grande expectativa já está sendo proporcionada pela palestra que farão as autoras do livro “The Future of Innovation” - a alemã Bettina Von Stamm e a russa Anna Trifilova - sobre mesmo tema da obra, que se constitui num grande sucesso dentro das comunidades da pesquisa e desenvolvimento tecnológico e da inovação. Betina é fundadora do Innovation Leadership Forum (Reino Unido) e Anna Trifilova é chefe do departamento de Marketing da Nizhny Novgorod Architeture and Civil Engineering State University (Rússia).
Entre as principais atrações do encontro estão os “cases” de sucesso apresentados por empresas inovadoras com foco na Sustentabilidade. Esses casos já estão sendo coletados junto aos associados da Anpei. Na Conferência anterior, realizada ano passado em Porto Alegre, as empresas inscreveram mais de 90 projetos, dos quais 45 foram selecionados e apresentados em reuniões temáticas e 4 deles em plenárias, como notáveis destaques da pesquisa, desenvolvimento e inovação dentro da Engenharia brasileira.

Haverá, ainda, a realização de uma exposição de produtos e serviços desenvolvidos por empresas, entidades e instituições governamentais de fomento à pesquisa tecnológica e à inovação no País.

Mais informações sobre a X Conferência ANPEI poderão ser obtidas pelo website www.anpei.org.br/xconferencia.

PERFIL ANPEI
Em 2010, a ANPEI - Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, que reúne 150 empresas e entidades, oficiais e privadas, voltadas para a Inovação Tecnológica, comemora 26 anos de atividades. A entidade foi criada para estimular a inovação tecnológica nas empresas nacionais e, conseqüentemente, para aumentar a competitividade do Brasil no mercado global e assegurar sua auto-sustentabilidade econômica.
Como associação representativa do segmento das empresas e instituições inovadoras dos mais variados setores da economia, a ANPEI atua junto às instâncias de governo e formadores de opinião, visando elevar a inovação tecnológica à condição de fator estratégico da política econômica e de ciência e tecnologia do Brasil.

Suas ações estão voltadas para:
Fortalecer a inserção da inovação tecnológica na agenda política do País, visando a elaboração e a implementação de políticas de Estado voltadas para o incentivo à inovação;
Promover a inovação tecnológica como fator estratégico para a melhoria da competitividade das empresas;
Sensibilizar a sociedade para a importância da inovação tecnológica como fator de propulsão do desenvolvimento econômico nacional;
Propiciar às empresas capacitação para melhor gerenciarem o esforço inovador;
Apoiar o setor acadêmico na formação de recursos humanos e na geração do conhecimento científico.

A ANPEI atua em 14 fóruns de âmbito nacional e regional e tem contribuído com sua representatividade através de informações, propostas e ações para melhoria das condições das empresas que praticam P&D no país.

Especificamente em relação à lei da Inovação e à lei que concede Incentivos Fiscais para as empresas que praticam P&D no país (Lei do Bem), a Anpei teve e tem uma participação ativa e marcante na elaboração dos respectivos textos, levando ao Governo os pleitos e as sugestões de suas empresas associadas. É importante destacar que as ações da Anpei nessa área vêm desde sua criação, em 1984.

A Anpei faz parte de um grupo de sete outras associações internacionais, entre as quais o IRI (Estados Unidos), EIRMA (Comunidade Européia), CRMA (Canadá), ADIAT (México), AIRG (Austrália), KOITA (Coréia do Sul) e JATES (Japão). Este conjunto de entidades e suas respectivas empresas associadas constituem um fórum privilegiado de intercâmbio de informações e práticas na área tecnológica, viabilizando o benchmarking internacional.

Em conjunto com a ABIPTI e a ANPROTEC, a ANPEI participa da “Aliança Estratégica para a Promoção da Inovação Tecnológica”. A missão da Aliança é, através de sua forte representatividade, ampliar seu poder de influência nas definições e políticas ligadas à pesquisa tecnológica.

A Associação também desenvolve uma série de atividades voltadas para a integração e capacitação de seus Associados, procurando sempre atender suas necessidades. Serve como fórum para troca de experiências entre os representantes das empresas sobre as melhores práticas de gestão da inovação e de como tirar o melhor proveito da inovação tecnológica para a competitividade no mercado local e no mundo globalizado. Procura ainda aprimorar a formação dos profissionais e técnicos dos Associados, para atuarem com sucesso na gestão desse tipo de atividade.

O Comitê Temático Anpei é uma iniciativa com o objetivo de discutir assuntos considerados relevantes para as empresas associadas e seus gestores de tecnologia. Trata-se de um grupo de pessoas com interesses comuns em um determinado tema, para, em conjunto, discuti-lo e desenvolvê-lo, divulgando os resultados nas Conferências anuais da entidade, aos demais membros associados da ANPEI.

Personalidades que se destacam por sua contribuição em prol da pesquisa, da inovação e do desenvolvimento tecnológico do Brasil são reconhecidas pela ANPEI por meio de seu Prêmio de Mérito Tecnológico, instituído em 1989 e é concedido a cada dois anos. Seus ganhadores foram José Mindlin (Metal Leve), Ozires Silva (Embraer), Edson Vaz Musa (Rhodia), Jacques Marcovitch (Cesp), José Paulo Silveira (Cecrisa), Celso Foelkel (Riocell), Ronan de Freitas Pereira (Vallée), Carmine Taralli (Pirelli Cabos), Ernesto Heinzelmann (Embraco), Ronaldo Mota Sardenberg (Ministro da Ciência e Tecnologia), Hermann Heinemann Wever (Siemens), Eugênio Staub (Gradiente) e Moacyr Sens (Weg Motores).

Em outubro de 2008 foi lançado o Selo Anpei de Empresa Inovadora que visa reconhecer e identificar empresas que investem na área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Brasil. As empresas que possuírem o Selo Anpei de Empresa Inovadora serão prontamente reconhecidas pelo valor e pela importância dados à inovação tecnológica.

O evento de maior abrangência da entidade é a Conferência Anpei, que reúne anualmente especialistas de P&D, do Brasil e do exterior, além de entidades governamentais, onde se discutem importantes aspectos da inovação tecnológica e do desenvolvimento tecnológico no Brasil e no mundo. Em 2010 a X Conferência Anpei, será realizada na sede da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, no período de 26 a 28 de abril. Na edição anterior, em Porto Alegre, teve a participação de quase 700 inscritos.

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X Conferência Anpei

X Conferência Anpei debaterá Cooperação para Inovação Sustentável

Cooperação para Inovação Sustentável é o tema escolhido da X Conferência Anpei, marcada para a cidade de Curitiba, no período de 26 e 28 de abril de 2010, na sede da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná. O título foi proposto porque o valor agregado pela coordenação desses três temas alimenta a cultura típica das organizações conectadas e dinâmicas, características básicas das empresas inovadoras do século XXI, além de serem imprescindíveis na gestão de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (P,D&I). Clique aqui e veja a programação

De acordo com a Coordenação da X Conferência, a construção desses conceitos tem como origem o pressuposto que a inovação é a incorporação do conhecimento na produção/produto novo ou substancialmente modificado que resulte em benefício para a sociedade.

Dessa forma, a inovação precisa ser sustentável, caso contrário o benefício não é efetivo nem duradouro. Inovação e sustentabilidade são, pois, as duas faces da mesma moeda: sem inovação não há sustentabilidade e para haver sustentabilidade é preciso haver inovação.

Por outro lado, a transformação do conhecimento na ação de produzir produtos inovadores e sustentáveis é resultado da cooperação orquestrada pela função de P,D&I. Isso significa que cabe ao setor de P,D&I das empresas otimizar as contribuições, internamente, junto aos colaboradores, por meio de um ambiente inovador e construção de redes internas e, externamente, junto ao mercado, através, por exemplo, de open innovation e construção de redes abertas.

Segundo sua Coordenação, o evento sempre focou em assuntos que estão em evidência na área de inovação e, também, em novos conceitos que serão incorporados em um futuro próximo. É uma oportunidade única de debater e interagir, de ver e ser visto pelos profissionais que efetivamente praticam a inovação nas empresas mais inovadoras. Para Mario Barra (foto ao lado), membro da diretora da ANPAI, que apresentou, para um grupo de jornalistas, o evento no dia 28 de janeiro em Curitiba "a sustentabilidade e a inovação caminham juntas, são vistas como os dois lados da mesma moeda". Mario também enalteceu a importância da consciência dos gestores para a ações sustentáveis e também a cooperação entre os atores envolvidos.

Local: FIEP - Federação das Indústrias do Estado do Paraná
Av. Cândido de Abreu, 200 - Centro Cívico Curitiba - PR
CEP 80530-902
Fone: 41 3271-9000



Clique aqui e saiba mais do evento e da ANPEI



quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Desafios apaixonantes da sustentabilidade

Os limites da sustentabilidade

Mesmo com toda a dificuldade de se implementar a sustentabilidade em uma empresa, o conceito acaba apaixonando. E apaixona tanto que é comum exagerar a dose e não saber onde parar. Essa dúvida envolve a área como um todo, atingindo projetos administrativos e os que envolvem o próprio negócio. Nos projetos administrativos as questões são mais simples. Aparentemente.

Há certa simplicidade quando se estabelece como meta a reciclagem de 100% do papel utilizado. Quando falamos em reciclar, em jogar o material na lixeira correta, o sucesso da ação está relacionado à postura e educação das pessoas. Uma boa gestão da mudança é capaz de lidar bem com a resistência que possa surgir.

Mas e quando estabelecemos a meta de eliminar o uso de copos de plástico, por exemplo? Nesse caso, estamos falando só de postura e educação? É claro que podemos (e devemos) conscientizar os funcionários a utilizarem suas próprias garrafinhas. Mas quando um cliente, um fornecedor, ou visitante vai à empresa, o que fazemos? Pedimos para trazer seu squeeze? Adotamos o copo de vidro, que acarretará maior gasto de água?

E quanto aos processos de negócio, até onde se deve ir? Dois exemplos críticos são a gestão de stakeholders e a avaliação do rastro de carbono. No caso dos stakeholders, a pergunta-chave é: como satisfazer a todos sem prejudicar a empresa? A resposta: praticamente impossível. Por isso é necessário criar um ranking que dê parâmetro para a empresa na hora de se relacionar com o seu público de interesse.

Para elaborar esse ranking é preciso mapear todos os stakeholders da organização. Com o mapa, cria-se uma matriz de priorização que contemple, principalmente, o poder de influência, a legitimidade do relacionamento e a urgência das demandas de cada um dos stakeholders. Com o resultado, é possível identificar os que mais impactam o negócio e a partir daí acompanhá-los mais de perto.

No que diz respeito ao rastro de carbono, o processo é ainda mais complexo. Uma empresa realmente sustentável não analisa apenas o seu rastro, mas sim o de sua cadeia de valor estendida, ou seja, inclui-se também a operação dos fornecedores e o descarte final do produto. Uma das ferramentas mais úteis para o processo é a LCA (Life Cycle Assessment), que trata da avaliação do ciclo de vida de um produto.

A LCA permite o desenvolvimento de um auto-retrato ambiental e maneiras de reduzir os danos causados. No entanto, o uso da ferramenta não é simples. Sem limites para a análise, a LCA pode sair do controle. Em contrapartida, conhecer profundamente a sua cadeia de valor pode gerar vantagem em relação à concorrência. Mas como agir, ou melhor, até onde se deve ir com essa análise? Bom senso e o bom uso do Princípio de Pareto (80% do trabalho advém de 20% dos problemas) podem ajudar.

A questão é que no que diz respeito à sustentabilidade, nem sempre é viável fazer o melhor. Um procedimento vai levando a outro, e a outro, e a outro... e, em pouco tempo, o que era para ser simples, ganha proporções incontroláveis. É preciso ter em mente que às vezes fazer o possível, com resultados concretos, tem muito mais valor do que tentar fazer o máximo e não conseguir passar do planejamento. Fonte: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/
Veja também:

Compensação de carbono em T I

ATOS ORIGIN LANÇA SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING E SOLUÇÕES DE IMPACTO ZERO DE CO²

A empresa é a primeira do segmento a oferecer compensação de carbono decorrentes de TI para sua carteira de clientes na França

A Atos Origin, empresa internacional de serviços de tecnologia da informação (TI), lança dois novos serviços para o mercado europeu. O Atos Sphere, uma solução de cloud computing e o serviço Meta de Impacto Zero de Carbono, serviços Verdes de TI. Com estes lançamentos, a empresa dá início à sua estratégia de oferecer soluções inovadoras tanto para aumentar seu desempenho operacional como para contribuir com novos modelos de crescimento para clientes com foco em resultados de negócios e competitividade no mercado global.

O Atos Sphere é uma solução de cloud computing que combina serviços transacionais de alta tecnologia, consultoria, integração de sistemas e serviços de operações gerenciadas flexíveis, pagos de acordo com o uso. A solução inclui consultoria para empresas com foco no planejamento e gerenciamento de programa de cloud, com o suporte da empresa no acompanhamento do processo de escolha e investimento na estratégia certa de TI;

Serviços de Infraestrutura Cloud hospedado em centros de processamento de dados Atos Origin contemplando segurança e serviços sob demanda por meio de nuvem privada para obter acesso à flexibilidade e escalabilidade de tecnologias Cloud e para assegurar uma plataforma de hardware dedicada e identificada. Os serviços também incluem Nuvem Compartilhada, com foco nos benefícios de partilhar recursos.

Serviços Funcionais acessíveis para empresas de todos os portes como soluções SAP, migração de dados, gerenciamento de ciclo de vida de produto e pacote de soluções online in company, flexível e pago de acordo com o uso.


TI VERDE
A Atos Origin dá início este ano à prestação de contas sobre sustentabilidade. O relatório de 2009, está sendo elaborado de acordo com a Iniciativa Global de Relatório (GRI), que contempla padrões mundiais de sustentabilidade. Assim, a empresa é a primeira empresa de Tecnologia da Informação a realizar este relatório. A Atos Origin mediu sua emissão de carbono e reportou os resultados ao Projeto de Divulgação de Emissão de Carbono, uma organização independente dedicada a compartilhar e orientar corporações sobre emissão de CO². Na França, a empresa conduziu uma auditoria de emissão de carbono em parceria com a French Environment and Energy Management Agency (ADEME) e o Conseil em Développement Durable et Eco-conception (O2 France) para avaliar a emissão global de carbono de seu Centro de Processamento de Dados em Aubervilliers, França.

Nos mercados de atuação da Atos Origin já existe no portfólio de serviços o acompanhamento de clientes para a tomada de decisões sustentáveis, permitindo integrar melhores práticas de eficiência energética para minimizar o impacto de CO² na atmosfera. Esses serviços incluem:

Serviços e soluções de transformação, incluindo avaliação de maturidade de sustentabilidade (planejamento de sustentabilidade), sistemas de medição operacional (sustentabilidade inteligente), programa de gestão de mudanças (comportamentos culturais sustentáveis), empresa digital (ambiente de trabalho sustentável) e transformação de negócios (aquisições verdes, cadeia de suprimento verde e manufatura verde), para oferecer o melhor equilíbrio entre desempenho e eficiência ambiental.


Projetos de Transformação Verde de TI, incluindo racionalização do portfolio de aplicativos, eficiência energética no local de trabalho, transformação da infraestrutura verde, usando as novas tecnologias de virtualização e centros de processamento de dados verdes, onde aplicativos são hospedados de forma amigável ao meio ambiente. Para diminuir ainda mais o carbono emitido por aplicativos de hospedagem, a Atos Origin concluiu uma parceria com a Schneider Electric, empresa especializada na gestão de energia, para implantar a melhor tecnologia de resfriamento de desempenho verde em seus centros de processamento de dados. Através dessas diversas soluções, a emissão de CO² de TI dos clientes Atos Origin pode ser significativamente reduzida.

A partir deste, a empresa passará a oferecer aos seus clientes compensação das emissões restantes de CO² decorrentes de TI, por meio de parcerias. Esta iniciativa fará parte dos programas de compensação de emissão de CO² com o objetivo principal de reduzir tais emissões.


Para Thierry Breton, CEO Atos Origin, “Cloud Computing e TI Verde representam uma importante mudança na abordagem de negócios para a indústria de TI, bem como para nossos clientes. A Atos Origin pode ajudar as empresas em sua jornada e acompanhá-los em todo o processo de migração para Serviços Cloud verdes, já que somos capazes de criar soluções de transformação customizadas para as necessidades do mercado. Acreditamos que os novos serviços Atos Sphere e Meta de Impacto Zero de Carbono serão integrados ao ambiente existente de nossos clientes e considerados parte de sua estratégia geral. Prevemos que nossos novos serviços farão parte do pilar de novos modelos de crescimento pós crise financeira mundial não só para empresas, mas também para o setor público", sinaliza Breton.


ATOS ORIGIN

A Atos Origin é parceira oficial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI) e contempla nos projetos de infraestrutura para os jogos olímpicos consultoria de sustentabilidade como foi feito para os Jogos Olímpicos de Inverno 2010 a serem realizados no próximo mês em Vancouver, Canadá. Projeto de sustentabilidade que também será adotado nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012.

Entre os projetos sustentáveis já desenvolvidos pela Atos está o realizado para a ERDF, empresa subsidiária da EDF, a maior rede de distribuição de eletricidade da União Européia. A ERDF escolheu a Atos Origin para criar a arquitetura do sistema de informação e para atuar como gerente líder do consórcio de empresas de tecnologia para substituir 35 milhões de medidores de eletricidade na França. A Atos Origin também desenvolveu uma solução inovadora de emissão de passagens aéreas via telefonia celular para a Air France com o objetivo de reduzir o uso de papel. A empresa também foi a responsável pela terceirização da infraestrutura da agência de rodovias do Reino Unido o que possibilitou uma redução 50% em emissões de carbono e uma economia anual de 4 milhões de libras para o governo britânico.
Mais informações: http://www.atosorigin.com/

Fonte: http://www.inpresspni.com.br/
cristina.camarena@inpresspni.com.br

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A sustentabilidade e o mercado financeiro

Não há como falar de sustentabilidade sem pensar no aspecto financeiro. Inclusive é o primeiro aspecto que costuma ser levado em conta. Muitas vezes é o único. Independente da forma como a sustentabilidade é encarada pelas empresas, há uma movimentação feita há algum tempo por parte das instituições financeiras exigindo retornos sustentáveis para a concessão de crédito e impondo ao mercado um novo modelo de desenvolvimento.

Uma das principais iniciativas é um documento chamado Princípios do Equador, de 2003. Assinado inicialmente por 10 bancos globais, três anos depois já contava com mais de 40 signatários e passava por sua primeira revisão. Ao assinar os Princípios do Equador, os bancos se comprometem, dentro dos critérios acordados, a analisar e gerir riscos socioambientais de projetos financiados e apenas conceder crédito aos clientes que assumirem contrapartidas de responsabilidade social e meio ambiente.

Um dos principais líderes dos Princípios do Equador na América Latina é o Itaú, que se tornou signatário em 2006. E um adendo que torna o documento ainda mais interessante no Brasil, é que por conta da nossa legislação ambiental, as instituições financeiras podem ser co-responsabilizadas por eventuais danos socioambientais que projetos suportados por elas possam causar. Além disso, diversas ONGs perceberam que, por muitas vezes, é mais eficiente pressionar os bancos financiadores do que a própria indústria que capta os recursos para os projetos.

Outra iniciativa do mercado financeiro são os fundos de ações de empresas referência em sustentabilidade. O primeiro fundo da America Latina foi o Ethical, do Banco Real. Criado em 2001, o fundo apresentou de novembro de 2001 a maio de 2008 uma rentabilidade acumulada de 578,2%, contra 490,6% da valorização do índice Bovespa. Hoje há fundos do mesmo tipo em outras instituições, como Bradesco e o Banco Itaú, sendo este um dos mais rentáveis do país.

Atentos à importância da sustentabilidade, especialistas financeiros criaram em 1999 o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) com o objetivo de avaliar as empresas listadas na Bolsa de Nova York. Para fazer parte desse índice, a empresa candidata é submetida à rigorosa auditoria, onde são levados em consideração diversos critérios de sustentabilidade que definem riscos e oportunidades socioambientais para as empresas.

Seguindo o modelo do DJSI, a Bovespa criou em 2005 o Índice de Sustentabilidade Empresarial Bovespa (ISE Bovespa), que anualmente permite que até quarenta empresas componham sua carteira de investimentos. Os critérios para seleção e classificação ficam sob responsabilidade do FGV-CES, que também prepara o questionário de avaliação. Renovado todos os anos, atualmente o ISE é composto por 30 empresas de 12 setores, com valor de mercado de 374,2 bilhões de reais.

Não tem como falar de finanças sustentáveis sem citar o microcrédito. Com potencial de transformar vidas e mudar o mundo, o conceito se tornou conhecido no mundo inteiro em 2006, quando Muhammad Yunus, precursor da iniciativa para pessoas de extrema pobreza, ganhou o Nobel da Paz. Hoje há diversas instituições sociais espalhadas pelo mundo que trabalham com o microcrédito.

Instituições financeiras estão atentas ao potencial do microcrédito e já começam a capitalizar com a iniciativa. O Banco Real, por exemplo, que por cinco anos teve prejuízo com a aposta, apresentou no primeiro semestre de 2008 resultados positivos.O lucro é pífio (“apenas” 600 mil reais) e o volume de empréstimos não chega a 1% da operação do banco, mas é preciso entender o contexto por trás desse serviço.

O empréstimo é de alto risco? É. O retorno é baixo? É. Mas o desenvolvimento que ele proporciona é imenso. É uma função social e moral que os bancos devem ter diante de lucros tão exorbitantes dessas instituições. Isso é sustentabilidade.


Fonte: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/

Lucrando com sustentabilidade

Para dizer ao mundo inteiro que uma empresa é, de fato, sustentável, antes de propagandas ou qualquer outra coisa, é necessário que o conceito esteja incorporado aos processos internos e, principalmente, que esteja inserido aos valores corporativos. Não somos sustentáveis pelo que falamos, mas pelo que fazemos. Dever de casa pronto, aí sim pode se pensar em ferramentas e mecanismos que possibilitem lucro, ainda mais agora que a sustentabilidade está na crista da onda.

Escrevi anteriormente sobre a linha Ecomagination, que proporcionou à GE receita de mais de 10 bilhões de dólares. Também escrevi sobre o Fundo Ethical, do Banco Real, que, do seu lançamento até meados de 2008, apresentou rentabilidade superior ao índice Bovespa do mesmo período. Há diversos outros produtos com esse propósito, como a linha Ekos, da Natura, a EcoLav, também da GE, o Comfort, da Unilever, e por aí vai. É claro que não deve ser o único propósito, mas não vejo problema algum querer lucrar com a onda verde ou com o socialmente responsável.

Pensando na premissa de produtos sustentáveis, chegará ao Brasil, já para o Natal, o primeiro celular ecologicamente correto do país. Lançado pela coreana Samsung, o Blue Earth é feito a partir de garrafas pet recicladas e não utiliza BFRs (Brominated Flame Retardant) e outros compostos químicos em sua composição.

Mas as inovações ecológicas vão além. Pense na cena: você está fora de casa esperando uma ligação super importante e sabe que a bateria do celular vai acabar a qualquer momento. Situação bem comum, não? Com o Blue Earth, basta deixá-lo ao sol por uma hora que a bateria é recarregada para uma conversa de até 16 minutos. Além da ajuda nos momentos de aperto, podemos, ainda, economizar energia elétrica sempre que optarmos pela solar.

O celular ecológico também vem com alguns programas bem interessantes, como o que conta os passos durante uma caminhada. Com isso, ele calcula o carbono que deixou de ser emitido caso o trajeto fosse feito de carro e quantas árvores foram poupadas com a ação. Ah, já ia me esquecendo! Sim, o celular também faz ligações, tem câmera de três megapixels, wi-fi, bluetooth, GPS, 3G, se conecta a redes sociais e todo aquele blablablá que nos encanta na tecnologia.

O preço sugerido é de 949 reais. Caro, mas levando-se em consideração que o Blackberry que eu estou namorando há tempos custa 1700 reais, é mais que uma boa pedida. O quanto a Samsung vai lucrar não apenas com esse aparelho, mas com toda a sua linha Ecofit? Não faço a menor idéia, mas o tempo dirá.

USP inaugura centro de reciclagem de lixo eletrônico

USP inaugura centro pioneiro para a reciclagem de lixo eletrônico

Local dispõe de depósito para categorização, triagem e destinação correta do material

Ao perderem a utilidade, PCs, teclados, impressoras, mouses, hard disks e drives, entre outros equipamentos de informática, tornam-se um amontoado de lixo eletrônico que oferece perigo à saúde se não tiver destino ambientalmente adequado. Com a finalidade de ajudar na resolução desse problema, o Centro de Computação Eletrônica da USP (CCE-USP) inaugurou em dezembro, na Cidade Universitária, o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir), órgão pioneiro na sua modalidade em instituições públicas, direcionado especialmente ao devido encaminhamento desse material. Com área de 400 metros quadrados, o galpão tem acesso para carga e descarga de resíduos, depósito para categorização, triagem e destinação de lixo eletrônico, além dos equipamentos necessários para a adequação do material.

A iniciativa é resultado do trabalho voltado à sustentabilidade em Tecnologia da Informação iniciado na unidade em 2007. O plano-piloto do projeto Cedir teve início em junho de 2008, por meio de ação realizada entre os próprios funcionários da unidade: a Operação Descarte Legal. O resultado foi a coleta, num único dia, de mais de cinco toneladas de peças e equipamentos eletroeletrônicos obsoletos. "Essa experiência permitiu-nos uma primeira avaliação sobre o volume de lixo eletrônico existente na USP e concluímos que ações precisavam ser tomadas", recorda a diretora do CCE, Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho.

Atitude responsável
Tereza explica que o projeto foi estruturado no conceito de que a USP, como instituição de ensino e pesquisa referência no País, tem papel fundamental na disseminação de ações sustentáveis. "Muita paixão da equipe", afirma Tereza. É a esta motivação e ao apoio encontrado que a diretora credita a rapidez da realização, cujo projeto começou a ser elaborado em janeiro de 2009, executado em maio e concluído em outubro do mesmo ano.

Para isso, contou, entre outros, com a parceria do Laboratório de Sustentabilidade do Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos, que compartilhou dois dos seus programas, e com a Itauctec, que prestou assessoria tecnológica, além do forte empenho da comissão de sustentabilidade do CCE, composta por oito membros e coordenada por Tereza Cristina.

Leia mais sobre Ações sustentáveis e Economia verde da USP: Ecoagência

licitações com sustentabilidade

Governo inclui critérios de sustentabilidade nas licitações de obras e serviços

O Ministério do Planejamento regulamentou a utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal. As regras estão na Instrução Normativa Nº1, publicada no Diário Oficial da União.

As obras públicas deverão ser projetadas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, a redução do consumo de energia e água, e a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.

"Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as exigências", alerta o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna.

Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado. "Com essas medidas, o governo estimula sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparem para fornecer produtos e serviços ambientalmente sustentáveis".

Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de resíduos provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente . Assim, os resíduos das obras seriam destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.

A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para reduzir o consumo de energia, a utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e que reduzam a necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.

O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Carlos Abdalla - Bosch

Uma questão de consciência e estratégia

Carlos Abdalla, gerente de Relações Corporativas da Robert Bosch América Latina, fala sobre a importância dos assuntos sustentáveis para a empresa, com exclusividade para a revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Mostrar que uma empresa grandiosa é aquela que reconhece a necessidade de repensar suas ações para manter seu crescimento é a tarefa do gerente Relações Corporativas da Robert Bosch América Latina, Carlos Abdalla. Segundo ele, tudo fica mais fácil quando a empresa já trabalha com conceitos de sustentabilidade muito antes do termo passar a ser conhecido no mundo corporativo. Mais do que marketing, a responsabilidade faz parte da filosofia e da estratégia da corporação e é seguida à risca, principalmente pelo braço da empresa no Brasil. (Foto: divulgação Bosch)

A Bosch vem constantemente divulgando suas ações voltadas à sustentabilidade. Por que é importante ter a imagem da empresa tão ligada às ações sustentáveis?
A orientação para os aspectos da sustentabilidade há muito tempo – mesmo antes de se falar no termo sustentabilidade – faz parte das ações da Bosch. Compromisso, respeito ao meio ambiente e a perenidade da organização, do ponto de vista econômico, sempre foram focos da empresa. Com a evolução tecnológica, a possibilidade de concentrar maior atenção e maiores recursos no desenvolvimento de soluções sustentáveis foi ampliada, tanto no que se refere aos processos quanto aos produtos que a Bosch disponibiliza no mercado.

Como o tema está inserido nas estratégias de gestão da empresa?
A sustentabilidade está inserida dentro da visão da empresa e, portanto, a partir dela, é desdobrada para as estratégias da organização.

A Bosch divulga que tem preocupações com a sociedade e o meio ambiente há mais de quatro décadas. Como esse conceito de responsabilidade foi inicialmente inserido na Bosch Brasil?
O Grupo Bosch, desde sua fundação, na Alemanha, em 1886, adota uma política empresarial de relacionamento com seus colaboradores e demais parceiros baseada nos sólidos valores de seu fundador, Robert Bosch. Por decisão testamentária, 8% do capital da empresa são destinados à família Bosch e os 92% restantes a uma entidade sem fins lucrativos, a Fundação Robert Bosch, criada na Alemanha em 1964, e considerada uma das maiores fundações privadas do mundo. Seus investimentos contemplam as áreas de saúde, pesquisa em medicina, ajuda humanitária, relacionamento internacional, educação de jovens, cultura e pesquisas científicas. Em 1971, foi criada no Brasil a Associação Beneficente Robert Bosch, transformada no Instituto Robert Bosch em 2004. Responsável pela gestão de políticas, diretrizes e recursos dos projetos sociais, ambientais, educativos, de preservação e formação do patrimônio histórico-cultural e médico-hospitalar, o Instituto prioriza os projetos focados na melhoria da qualidade de vida das comunidades.
No que se refere ao meio ambiente, a Bosch possui uma série de programa de preservação de recursos relacionados aos seus processos produtivos, assim como adota essas premissas no desenvolvimento de suas tecnologias.

O que significa inovação para a Bosch? Quais os principais desafios que a empresa enfrenta para inovar e ao mesmo tempo respeitar o meio ambiente e sociedade?
A Bosch considera a inovação como algo mais do que a qualidade excepcional do produto, da funcionalidade e do design. Não somente nossos desenvolvimentos tecnológicos, mas também o nosso comprometimento com a sociedade tem um efeito no mundo de amanhã. Sistemas de gestão, diretrizes e políticas inseridas no dia a dia da empresa garantem a inovação com respeito ao meio ambiente e à sociedade.
Por meio do Sistema de Gestão Ambiental, por exemplo, a Bosch avalia processos produtivos com foco na compatibilidade ambiental e reduz custos com o uso racional de recursos energéticos. Esse sistema também busca a conscientização e sensibilização dos colaboradores, familiares e comunidade sobre a necessidade da preservação do meio ambiente.
A sustentabilidade aplica-se também aos produtos. No Brasil e em todo o mundo os produtos Bosch são fabricados dentro das diretrizes do Programa 3S – em alemão: Sicher/Seguro, Sauber/Limpo – não poluente e Sparsam/Econômico.
Anualmente, a empresa investe no Brasil cerca de 16 milhões de reais em projetos de redução de impactos ambientais com foco em gerenciamento de resíduo, proteção da água do solo, redução de ruídos, purificação do ar e a conservação da natureza.

Como o conceito de sustentabilidade é difundido dentro da empresa entre funcionários e colaboradores?
Essa comunicação é trabalhada de diversas maneiras. Além de estar inserida nos sistemas de gestão, diretrizes e políticas da empresa, os meios de comunicação interna, sejam eles impressos, on line ou face a face, reforçam constantemente os conceitos e aspectos da sustentabilidade.

Como funcionam os investimentos do Instituto Robert Bosch no Brasil?
O Instituto Robert Bosch investe em projetos sociais próprios, desenvolvidos junto com às comunidades de entorno das unidades fabris da empresa no Brasil, com foco principal na educação de crianças e jovens, saúde preventiva, meio ambiente e cultura, como também apoia diversos projetos de outras organizações não-governamentais, principalmente localizadas em cidades onde a empresa está presente com suas unidades fabris. Anualmente, são investidos cerca de R$ 3 milhões em projetos sociais junto às comunidades.
Qual mensagem gostaria de deixar para os leitores da Geração Sustentável?
É extremamente importante que, cada vez mais, as pessoas passem a se preocupar em dar mais atenção aos aspectos relacionados à sustentabilidade e, a partir daí, exerçam seus direitos e deveres como cidadãos junto aos diversos setores da sociedade – poder público, iniciativa privada e entidades não-governamentais.

A próxima revista na integra estará disponível no início de fevereiro!


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Feira RECICLAÇÃO - Curitiba/PR


O Tema reciclagem e preservação ambiental consolida cada vez mais Curitiba como a capital ecológica do Brasil. A prova esta no evento RECICLAÇÃO - Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental que pelo quinto ano consecutivo é realizado na capital paranaense. Em 2010 acontecerá no período de 16 a 19 de junho, no centro de eventos Expo Unimed Curitiba.

Evento patrocinado pela AMBISOL Soluções Ambientais e apoio de realização da 3R AMBIENTAL promete mais uma vez cumprir o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável a geração de negócios e a integração entre a comunidade científica e as empresas privadas atuantes no segmento ambiental e de reciclagem. A organização estima um crescimento superior a 40% em relação aos expositores da edição anterior, pois com a superação da crise internacional que assolou a economia em 2009, as indústrias voltam a investir e incentivar a preservação ambiental.

Procurando cada vez mais ser um evento completo para o setor da reciclagem e tecnologia ambiental, além da feira e exposições de maquinários, equipamentos e serviços que visam a promoção e geração de negócios para o setor, a RECICLAÇÃO também é composta por vários eventos técnico científicos que visam a capacitação de profissionais atuantes nestes segmentos, assim como a multiplicação e disseminação da consciência sócio ambiental necessária para a educação e preservação do meio ambiente.

Entre os eventos simultâneos da RECICLAÇÃO 2010, esta o III Seminário de Saneamento Ambiental, evento técnico científico promovido pela 3R AMBIENTAL que contará com a presença de ícones do segmento ambiental e de reciclagem. Palestras serão apresentadas sob temas relevantes, como: Gestão Sustentável de Resíduos, Gerenciamento de Resíduos de Saúde, Conservação e Reuso de Águas, Legislação Ambiental entre outros.

Ainda serão apresentados como eventos simultâneos da RECICLAÇÃO 2010, o Seminário de Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas promovido pelo departamento de pós-graduação Gestão Ambiental da Universidade POSITIVO, o Seminário de Reciclagem Agrícola – Resíduos Urbanos, Industriais e Rurais promovido pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Curitiba, AEAPR-Curitiba, e o Curso Introdução ao Mercado de Reciclagem ministrado por profissionais do portal RECICLAVEIS.COM.

A RECICLAÇÃO 2010 contará com mais de 80 expositores vindos de varias regiões o Brasil. Eles virão a Curitiba apresentar alternativas, tecnologias e soluções aos problemas encontrados por parte das Cidades, empresas e indústrias que não sabem o que fazer com seus resíduos e que, por isso, acabam contribuindo para a poluição ambiental.

“Apoiaremos sempre ações importantes como esta, eventos que venham incentivar a reciclagem, uma das soluções que mais tem recebido nossa atenção aqui no Paraná. Que além de promover a sustentabilidade ambiental contribui com a economia de um modo geral, visto que o evento mobiliza empresas e pessoas de todas as partes do Brasil”, Salientou Orlando Pessuti Vice Governador em visita na edição anterior.



Negócios:

A organização do evento acredita que a feira contribui de forma decisiva para a aproximação entre comunidade científica e o setor empresarial, no sentido de estimular a geração de negócios ambientais o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente. Por isso este crescimento contínuo desde a primeira edição que começou com 29 expositores em 2006 e hoje conta com mais de 80.

Valdir Bello, diretor do evento, afirma que a RECICLAÇÃO esta consolidada como o principal fórum do Brasil para discussões e busca de soluções para minimizar os prejuízos causados ao meio ambiente, é um evento que apresenta equipamentos, tecnologias e serviços visando soluções para os problemas ambientais, de origem urbana, industrial e rural e ainda tem a função de educar e multiplicar ações que beneficiam o meio ambiente por meio da reciclagem e da diminuição na geração de resíduos.

“Pretendemos fazer da RECICLAÇÃO cada vez mais um evento com a cara da nossa capital ecológica, firmando-se como referência para todas as regiões do Brasil, em eventos desta natureza”.


Salão Ambiental da Cidadania:

A RECICLAÇÃO 2010, cumprindo sua função de desenvolver e estimular a inclusão social e a geração de renda de trabalhadores, agentes ambientais, institutos, ongs, associações e cooperativas de reciclagem, estará nesta quinta edição disponibilizando um espaço de 1.000m², para realização do primeiro SALÃO AMBIENTAL DA CIDADANIA. Espaço destinado exclusivamente para exposição, apresentação e amostra de produtos fabricados com materiais reciclados confeccionados apartir do pet, plástico, alumínio, vidro e outros materiais recicláveis.

Será um evento simultâneo a RECICLAÇÃO 2010, e contará com oficinas de aprendizagem, apresentações e palestras esclarecedoras da necessidade do consumo consciente, com o intuito de diminuir a geração de resíduos, assim como a importância da RECICLAGEM para todos.


Apoiadores:

A Reciclação 2010 tem o apoio da: Copel, Itaipu, Associação Comercial do Paraná, Abividro, Abeaço, Abralatas, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Cempre, Abes e Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba entre outras.

Saiba Mais: www.montebelloeventos.com.br/reciclacao

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O preço da sustentabilidade

O economista Eduardo Gianetti defende uma tese peculiar sobre as dificuldades que o mundo vem enfrentando para combater o aquecimento global e estabelecer práticas de sustentabilidade. Para ele, uma das raízes do problema está na própria teoria econômica, que desconsidera os custos ambientais ao avaliar o que é criação ou destruição de riqueza. “O PIB, por exemplo, registra somente aquilo que é mediado pelo sistema de preços”, diz ele. “Assim, se um dia nós começarmos a andar com máscaras de oxigênio para poder respirar, a nossa sociedade ficará mais ‘rica’”, ilustra Gianetti.

A inconsistência, aliás, não ocorre somente no caso do custo ambiental. Hoje, diz Gianetti, se uma pessoa resolve construir uma casa, o empreendimento entra nas contas nacionais como “formação de capital”. Entretanto, se a mesma pessoa resolve poupar esse dinheiro para pagar um mestrado, entra como “gasto corrente”. “Há algo profundamente errado aí, pois é lógico que o mestrado é um investimento - algo que também ajuda a formar capital”, explica Gianetti.

Por isso, o economista acredita que está na hora de o aquecimento global e todas as outras ameaças à sustentabilidade do planeta começarem a ter valor econômico. Isto é: entrarem no sistema de preços e serem efetivamente contabilizadas - ou melhor, descontadas - nos cálculos de formação de riqueza. “Se a humanidade realmente quiser levar a sério o aquecimento global, vai ter que começar a pagar o custo das emissões”, exemplifica Gianetti, que também é formado em Ciências Sociais pela USP.

O primeiro passo é encontrar o preço real do carbono e embuti-lo nos preços de produtos e serviços, tal como um imposto. “As pessoas vão ter de entender que nem todos os recursos naturais que elas consomem estão sendo pagos”, diz o economista.

Isso quer dizer que a partir de agora a tendência é de que tudo - de uma simples garrafa d’água até um automóvel - fique mais caro, certo? Errado. Para Gianetti, existe uma alternativa que permitirá contabilizar os custos ambientais sem incorrer em um aumento de preços ao consumidor. “É pela via da inovação”, destaca.

Fonte: Blog da sustentabilidade

Condomínio sustentável














Esquema de um condomínio sustentável

Já se vai longe o tempo em que a garantia de sucesso de um empreendimento era apenas baseada na beleza do acabamento e na ousadia da arquitetura. Nos dias de hoje, o cliente tem preocupações muito mais prementes e que podem significar um grande sucesso de vendas, quando atendidas, ou um grande fracasso quando ignoradas.

Dentre essas preocupações, o diferencial ecológico e uma maior sustentabilidade do condomínio pesa muito na hora de efetuar-se uma venda. Graças à preocupação crescente com os problemas derivados do aquecimento global e da grande atenção que a questão do respeito ao meio ambiente vem levantando na opinião pública mundial, tornar o condomínio sustentável (mesmo sem atingir o grau de certificação) pode representar um poderoso impulso na vontade de compra de nossos clientes.

Isso porque o cidadão de hoje já conhece as vantagens e benefícios de residir em um condomínio sustentável. A principal fonte de atenção é, sem qualquer sombra de dúvidas, a irresistível atração da grande economia que é feita nas contas das concessionárias de serviços como a água e a energia elétrica. Além disso, a construção de prédios que agridam o meio ambiente e que se tornem grandes fontes de problemas para os futuros moradores, já é vista com preocupação pela clientela mais abastada e mais instruída.

Isso porque eles são capazes de entender que, num futuro não muito distante, podem ser responsabilizados por esses problemas e vir a serem obrigados a arcar com grandes custos de adequação do imóvel.

Assim, tornar o condomínio sustentável, dá a devida segurança e a certeza de que os imóveis comprados não serão fontes de preocupações e de dissabores futuros com as autoridades. Além disso, representa um “plus” para os clientes ao saberem que residem em uma unidade habitacional planejada para interagir adequadamente com o meio ambiente no qual foi construída e que pode ser uma fonte de benefícios e de qualidade de vida para cada morador.

Mesmo que a construtora não busque a certificação, que é ainda um pouco complexa, as construtoras podem optar por coisas mais simples como o uso de aquecedores solares ao invés dos a gás, melhoria na disposição e tamanho das janelas para que a luz do sol seja aproveitada na maior parte do dia e se elimine a necessidade de iluminação artificial durante o dia. A instalação de sensores de presença ou minuteiras nas áreas comuns como corredores e escadas.

Reciclagem de resíduos provenientes do lixo produzido nos apartamentos, colheita e aproveitamento da água da chuva para irrigação de jardins e para a higienização das áreas comuns e na limpeza de carros e calçadas, instalação ou utilização de meios para obtenção de energia alternativa como a solar e a eólica e até mesmo a criação de um poço artesiano para coleta de água que seja usada também na limpeza e na lavagem de carros pode representar uma enorme economia no custo com as contas de água do condomínio e representar um poderoso atrativo para compradores.

Com pequenas medidas e um investimento mais bem planejado, qualquer construtora pode atingir os fundamentos de como tornar o condomínio que esteja em planejamento em um condomínio sustentável. Basta usar a imaginação e garantir bons negócios e bons lucros.

Autor: Carlos Abreu
Texto publicado originalmente no site: http://www.atitudessustentaveis.com.br/

Redução de CO² nos Jogos Olímpicos de Inverno

AÇÕES DA ATOS ORIGIN CONTRIBUEM COM REDUÇÃO DE CO² DOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO 2010

Projeto recebe a Estrela de Sustentabilidade do Comitê Olímpico Internacional (COI) pela redução de carbono que promoverá durente os jogos em em Vancouver

A Atos Origin, fornecedora oficial de Tecnologia da Informação (TI) para os Jogos Olímpicos de Inverno 2010, a serem realizados em fevereiro em Vancouver, Canadá, desenvolveu soluções tecnológicas que contribuirão com a economia de energia e a redução do impacto de CO² na atmosfera antes, durante e após o evento.

O desenvolvimento da infraestrutura de TI para os jogos promovido pela Atos Origin permitirá um baixo impacto ambiental graças à virtualização de servidores, o que possibilita maior eficiência e a redução de até 30% no consumo de energia. Outra medida sustentável adotada pela empresa para o evento foi a implantação, pela primeira vez em jogos olímpicos, de um sistema de credenciamento online. Ao todo, 50 mil inscrições provenientes de 100 países foram realizadas à distância, o que reduziu significativamente o consumo de papel. Anteriormente, as inscrições para o evento eram impressas e enviadas para o mundo inteiro.

A Atos Origin também desenvolveu um sistema remoto de informações para a imprensa o que possibilitará o acesso direto a resultados em tempo real de todas as competições, além do acesso à intranet da família olímpica que contém um banco de dados com informações sobre todos os eventos, programações, biografias dos atletas, resultados e outras informações importantes para a imprensa.

Como resultado destas iniciativas, a Atos Origin recebeu a estrela de sustentabilidade criada pelo COI cujo objetivo é reconhecer parceiros que demonstrem excelência em enfrentar o desafio de criar projetos positivos, mensuráveis e inovadores nas áreas social, econômica, ambiental para os Jogos Olímpicos. De acordo com Ann Duffy, executiva corporativa de sustentabilidade do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Vancouver 2010 (VANOC - Vancouver Organizing Committee), "o comprometimento de parceiros como a Atos Origin, é inovador e colaborativo, o que nos ajuda a aprimorar o desempenho de sustentabilidade dos Jogos de Inverno de 2010. Além disso, as alternativas implementadas possibilitam oferecer soluções de TI inovadoras e sustentáveis e que poderão ser utilizadas por empresas de qualquer parte do mundo”, ressalta a executiva.

"A tecnologia tem um papel chave, uma vez que contribui com a economia de energia, com a preservação de recursos naturais e na redução das emissões de CO² na atmosfera. Os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver deste ano são um ótimo exemplo de algumas dessas possibilidades”, sinaliza Patrick Adiba, CEO para grandes eventos da Atos Origin.


Atos Origin e os Jogos Olímpicos

A Atos Origin detém o maior contrato de TI dedicado aos esportes no mundo. O contrato da empresa com o Comitê Olímpico Internacional (COI) teve início em Salt Lake City em 2002 e continuou nos eventos de Atenas (2004), Tóquio (2006), Pequim (2008) e neste ano, Vancouver, Canadá. A empresa também será a responsável pela infraestrutura de TI dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, para Sochi, Rússia (2014) e para os Jogos Olímpicos de 2016 a serem realizados no Rio de Janeiro, Brasil. A Atos Origin projeta, integra, gerencia e oferece segurança a múltiplos sistemas de TI necessários para suportar eventos de grande porte como são os Jogos Olímpicos. Para mais informações sobre os Jogos Olímpicos de Vancouver 2010 acesse: http://www.flickr.com/photos/atosorigin e http://www.atosorigin.com/vancouverblog .


Sobre a Atos Origin

A Atos Origin é uma empresa líder internacional em serviços de tecnologia de informação (TI). Oferece serviços com alta tecnologia, bem como presta consultoria, promove a integração de sistemas e operações gerenciadas com foco em resultados de negócios globais. Seu faturamento anual é de € 5,5 bilhões e emprega 50 mil colaboradores em todo o mundo. A empresa é a parceria de tecnologia da informação do Comitê Olímpico Internacional (COI) e atua em todos os segmentos da indústria. As ações da Atos Origin são cotadas no Mercado Paris Eurolist e negociadas como Atos Origin, Atos Worldline e Atos Consulting. Para mais informações, visite http://www.atosorigin.com/ .

Como uma empresa global, a Atos Origin tem o compromisso de implantar de forma sustentável e ética as melhores práticas nas áreas ambiental, social em suas operações de TI. A empresa contribui para promover e desenvolver comportamentos sustentáveis com objetivo de influenciar positivamente seus clientes e parceiros a tomar decisões em prol do meio ambiente. A Atos Origin auxilia as corporações a promover seu futuro, reduzir sua produção de carbono e garantir viabilidade corporativa por meio de soluções inovadoras e mais verdes.


Fonte:
In Press Porter Novelli - Assessoria de Comunicação
Célia Nogueira celia.nogueira@inpresspni.com.br
Cristina Camarena cristina.camarena@inpresspni.com.br
Fernanda Baruffaldi fernanda.baruffaldi@inpresspni.com.br
Site: http://www.inpresspni.com.br/



Prêmio para ideias criativas de conservação da água

PepsiCo dará prêmio de U$ 5 mil para ideias criativas de conservação da água

Com a parceria entre a marca e a YABT, o concurso chamado Eco Challenge envolve toda a América Latina e busca motivar e envolver nova geração na discussão global sobre o uso da água



A Divisão Bebidas da PepsiCo, em parceria com Young Americas Business Trust, lança o Eco Challenge, um concurso cultural que irá premiar duas equipes da América Latina com U$5 mil cada. Para levar o prêmio, basta criar soluções criativas com foco na redução e melhor aproveitamento do consumo de água.

Pelo site http://www.pepsi.com.br/ será possível visualizar o banner do concurso que direciona para uma página com todas as informações necessárias para participar. Podem concorrer equipes de 3 a 10 pessoas entre 13 e 36 anos. Os interessados podem encontrar o calendário de etapas do concurso, informações sobre a importância da redução do consumo de água e também sobre como enviar suas idéias para a preservação desse recurso natural no site da Pepsi ou em http://www.ticamericas.net/

Há duas modalidades de participação: criar uma mecânica para um videogame educativo sobre a conservação da água ou um projeto inovador e economicamente viável de fornecimento de água limpa para comunidades carentes de recursos hídricos e/ou de água potável.

O objetivo é incitar a reflexão sobre o tema água. A opção vencedora, além de ganhar o valor em dinheiro, também terá a sua criação desenvolvida e disponibilizada na internet de forma gratuita.

Mais do que o prêmio, o objetivo desse desafio é discutir a importância da conservação desse bem natural com reservas finitas, aproximando as novas gerações dessa discussão --por isso todo o processo envolveu o ambiente online. Com as idéias em mãos, um júri formado por profissionais de diversas áreas e empresas se reunirá em abril para definir os vencedores desta 4ª edição do concurso.

O apoio da PepsiCo ao projeto vai ao encontro da sua visão de negócio –cujo lema é “Performance com Propósito”—e do seu compromisso com a sustentabilidade.

As inscrições já podem ser feitas pelo site pepsi.com.br e o prazo final para inscrições é 1º. de março de 2010. A festa de premiação das duas melhores idéias acontecerá nos dias 03 e 04 de junho, em Lima, no Peru. Esta é a quarta edição do concurso que já reuniu mais de 8 mil participantes de 64 países.



PepsiCo no Brasil

A Divisão de Bebidas da PepsiCo está presente no Brasil desde 1953 com a marca Pepsi-Cola. A PepsiCo é a quinta maior empresa do segmento de bebidas e alimentos do mundo. Maior mercado na América do Sul, o Brasil vem se mostrando para a Pepsi-Cola mundial um amplo campo para crescimento em longo prazo. Grande parte deste aumento é resultado da expansão da distribuição da Pepsi, hoje realizada por meio da rede da AmBev.


Sobre a PepsiCo

A PepsiCo foi fundada em 1898 nos Estados Unidos e atualmente é uma das maiores companhias de alimentos e bebidas do mundo com faturamento em 2008 de US$ 43 bilhões. A companhia emprega mundialmente aproximadamente 200.000 funcionários e seus produtos são comercializados em mais de 200 países. No Brasil, a companhia tem feito parte da vida e do dia-a-dia dos brasileiros desde 1953 através de marcas preferidas e líderes de mercado como Elma Chips e Lucky (snacks), Quaker (cereais), Toddy e Toddynho (achocolatados), Coqueiro (pescados), Gatorade e Propel (bebidas esportivas), Lipton (chá pronto), Frutzzz, H2OH! e Pepsi-Cola (bebidas com gás) e Kero Coco e Trop Coco (água de coco). A PepsiCo conta com 14 plantas estrategicamente localizadas por todo o território nacional e 9 mil funcionários, além de quase 100 filiais de vendas de onde são distribuídos produtos inovadores que lideram a preferência dos consumidores e estão presentes no café da manhã, no almoço, no lanche e no jantar de milhões de brasileiros.

Fonte:
In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Emília Spirlandelli – emilia.spirlandelli@inpresspni.com.br
Tatiana Souza – tatiana.souza@inpresspni.com.br






terça-feira, 19 de janeiro de 2010

COPEL TESTA ILUMINAÇÃO PÚBLICA COM USO DE LEDS

Filamentos incandescentes, lâmpadas mistas, vapor de mercúrio e sódio – o rico arsenal de fontes luminosas para as lâmpadas de iluminação pública pode estar com os dias contados. De tímidos sinalizadores em equipamentos eletrônicos, os LEDs – Light Emitting Diode – aos poucos passaram a assumir o lugar das lâmpadas convencionais em lanternas, semáforos e na iluminação residencial, pavimentam agora seu caminho rumo às vias públicas.

Por meio do seu Departamento de Normalização, Geoprocessamento e Obras, a Diretoria de Distribuição da Copel está avaliando o desempenho de luminárias de iluminação pública com LEDs, que prometem tomar o lugar das fontes convencionais conforme a evolução na tecnologia de fabricação lhes confere maior potência e brilho, conservando no entanto seu diminuto tamanho.

Além de permitirem uma melhor reprodução de cores e serem livres de elementos tóxicos, as luminárias de LEDs vêm ganhando popularidade devido à sua durabilidade. Os atuais conjuntos de diodos luminosos têm vida útil até duas vezes maior que a das lâmpadas convencionais, podendo alcançar 50 mil horas de funcionamento. “A mão de obra e o deslocamento veicular exigidos para o serviço de reparo de lâmpadas e componentes de iluminação, realizado pelos eletricistas da Copel diariamente, é mais oneroso que o preço da própria lâmpada”, afirma José Maria Joly Junior, da Superintendência de Engenharia de Distribuição. “Assim, luminárias com maior vida útil representam uma redução significativa de custos com manutenção”.


A prospecção de fabricantes e fornecedores deste tipo de luminárias, ao longo de 2009, levou à realização de uma licitação para a compra de um pequeno lote de três luminárias, hoje instaladas em postes ao longo das vias internas do pólo administrativo da Copel no Km3 da BR-277. Oito fabricantes e importadores fizeram proposta, disputada pela modalidade de menor preço. Os testes de campo com o lote adquirido tiveram início em outubro e pretendem avaliar, principalmente, o nível de enfraquecimento do fluxo luminoso ao longo do tempo e o desempenho dos LEDs frente a intempéries e oscilações na rede. As avaliações serão feitas de seis em seis meses, pelos próximos dois anos.

José Maria Joly estima que, na velocidade atual de evolução desta tecnologia, as novas luminárias de LEDs possam estar sendo utilizadas em grande escala dentro de três ou quatro anos. “Atualmente, uma luminária de LEDs chega a ser até quatro vezes mais cara que um conjunto de sódio de 70 watts, mas este custo tende a diminuir com o desenvolvimento da tecnologia de fabricação”, afirma. Para 2010, a Copel aprovou o investimento de R$ 30 mil para a compra de mais um lote de luminárias de LEDs para dar continuidade aos testes de avaliação da tecnologia.

As vantagens dos LEDs:

São ambientalmente mais corretos se comparados às lâmpadas tradicionais de sódio e mercúrio, pois não utilizam componentes tóxicos na sua Fabricação, o que simplifica consideravelmente o processo de descarte.

Sua vida útil teórica é de pelo menos 50 mil horas, mais que o dobro das lâmpadas em uso atualmente. Isso permitirá reduzir o número de manutenções, eliminando custos e aumentando a disponibilidade de equipes.

Permitem uma reprodução de cores muito superior à das lâmpadas de sódio, melhorando a percepção de elementos na paisagem urbana.

Sua luminária pode ser fabricada em diversas formas, ampliando as opções de design e adequação ao mobiliário urbano.
(texto publicado originalmente no site da Copel)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A DIMENSÃO ESPACIAL DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


A dimensão espacial, que completa o quadro das cinco preocupações centrais na busca por um desenvolvimento sustentável (social, econômica, ambiental e cultural), refere-se, basicamente, à adequação do crescimento demográfico à sua distribuição sobre o planeta, reduzindo a crescente concentração populacional nos grandes centros urbanos.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo tem experimentado uma forte aceleração no crescimento industrial, implicando em um constante deslocamento de populações que, em busca de seu sustento, aglomeram-se nos centros urbanos. Este movimento migratório tem ocorrido tanto pelo deslocamento interno de pessoas da área rural para a urbana, quanto pela saída de trabalhadores de países menos desenvolvidos socioeconomicamente para os países ricos ou que apresentem forte potencial de desenvolvimento. O resultado deste deslocamento é o contínuo aumento de populações marginais em áreas industriais, o crescimento da pobreza urbana e seus reflexos no meio ambiente, na economia e na sociedade como um todo.

O rápido avanço de tecnologias aplicadas em atividades agropecuárias, a grande concentração de áreas rurais nas mãos de um pequeno número de pessoas, a percepção de maior facilidade de desenvolvimento social nos centros urbanos e a falta de políticas públicas voltadas para a permanência do homem no campo ou em seu local de origem podem ser apontadas, no Brasil, como as principais razões deste movimento migratório.

Assim como as outras dimensões do desenvolvimento sustentável, a dimensão espacial guarda uma relação de interdependência com as demais. Na medida em que os espaços urbanos planejados recebem populações oriundas de centros menores, menos favorecidos, ou do campo, todo o equilíbrio do ecossistema, pensado para a sustentabilidade daquele espaço, fica ameaçado. Sobrepõe-se, portanto, à dimensão ambiental. Deteriorando o ambiente urbano, as relações social e econômica também ficam afetadas, pois a criminalidade, a mendicância e a concentração de renda aumentam, tornando visíveis as diferenças sociais.

De acordo com Ignacy Sachs, o dimensionamento espacial, adequado ao desenvolvimento sustentável, deve ser fruto da descentralização do potencial para industrialização, do desenvolvimento tecnológico voltado para a instalação de indústrias de transformação de biomassa fora dos centros urbanos, de projetos de agricultura regenerativa e de agro-florestamento e do contínuo controle da ocupação humana em áreas metropolitanas. Todos os esforços devem se voltar para a criação de empregos rurais, agrícolas ou não, com o objetivo de desconcentrar as atividades econômicas dos centros urbanos e ampliar a infra-estrutura produtiva nas áreas rurais, possibilitando a melhoria da qualidade de vida em todas as regiões.
A dimensão espacial da sustentabilidade, portanto, passa necessariamente pelo estabelecimento de políticas voltadas para as áreas econômica e social, que privilegiem o desenvolvimento de todas as regiões, por meio do melhor aproveitamento produtivo dos recursos naturais locais.

(texto publicado originalmente na quinta edição da revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Escurecimento global, você já ouviu falar disso?

Os impactos do Carbono Negro e o escurecimento global

A combustão incompleta de combustíveis fósseis (como o diesel) ou da madeira, liberta resíduos para a atmosfera denominados de carbono negro. Considerado na maior parte como fuligem, o carbono negro constitui uma fração extremamente pequena da poluição do ar e tem um efeito significativo no aquecimento da atmosfera principalmente em altitudes superiores a 2.000 metros. Além disso, escurece a superfície dos oceanos ao absorver radição solar.
O seu principal impacto diz respeito ao “escurecimento global” que é a designação dada à redução da quantidade de irradiância direta global na superfície terrestre, efeito observado ao longo de várias décadas, após o início de medições sistemáticas na década de 1950. Acredita-se que esse fenômeno tenha sido causado por um aumento da quantidade de aerossóis atmosféricos. Os aerossóis absorvem a energia solar e refletem a luz do sol de volta para o espaço. Este efeito variava com a localização, mas sabe-se que, em nível mundial, a redução ocorrida foi da ordem dos 4% ao longo das três décadas entre 1960 e 1990 quando essa tendência começou a se inverter. O escurecimento global interferiu com o ciclo hidrológico por via da redução da evaporação e pode ter estado na origem de secas ocorridas em várias regiões. Por outro lado, o escurecimento global cria um efeito de arrefecimento que poderá ter mascarado parcialmente os efeitos dos gases do efeito estufa no aquecimento global.
Experiências efetuadas nas Maldivas, no sul da Ásia (comparando a atmosfera sobre as ilhas do norte e do sul do arquipélago) na década de 1990 mostraram que o efeito dos poluentes macroscópicos presentes na atmosfera nessa altura (trazidos pelo vento desde a Índia) provocou uma redução de 10% na quantidade de luz solar que atingiu a superfície terrestre na zona sob a nuvem de poluentes.
Antes do início deste estudo, as previsões apontavam para um efeito de 0.5% a 1% devido à matéria particulada. As cinzas vulcânicas dispersas na atmosfera podem refletir os raios solares para o espaço arrefecendo o planeta. Foram observadas diminuições na temperatura da Terra após grandes erupções vulcânicas como as do Monte Agung, Bali em 1963, El Chichón, México, 1983, Nevado del Ruiz, Colômbia 1985 e Pinatubo, Filipinas, 1991. No entanto, mesmo no caso de grandes erupções, as nuvens de cinza dissipam-se passado relativamente pouco tempo.
Segundo o administrador de empresas e especialista em comércio exterior, Magno Lopes, um dos efeitos mais notáveis do escurecimento global é a redução do nível de evaporação da água, este fato influencia na produção de alimentos, em mudanças nos ritmos de chuvas, circulação de ventos e correntes marinhas. Lopes ainda destaca a devastadora seca na Etiópia e Somália nos anos 70 e 80. Por quase 10 anos, o nível de chuvas transformou em deserto uma parte da área subsaariana (regiões próximas ao grande deserto do Saara) vitimando milhares pela fome. O oceano Atlântico, responsável pela distribuição de umidade naquelas regiões, não se aquecia o suficiente para evaporar a massa de água necessária ao perfeito regime de chuvas.
Esse é mais um dos efeitos provocados pela ação do homem e que tem interferido no ciclo natural do nosso planeta.
(texto publicado originalmente no espaço "Nosso Planeta" na quarta edição da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

As abelhas estão sumindo!

O estranho desaparecimento das abelhas

Um estranho desaparecimento de abelhas vem ocorrendo em diversas partes do mundo, mas principalmente nos Estados Unidos, no Canadá e na Alemanha o impacto é mais preocupante. Denominado de “Colapso das colônias de abelhas”, este efeito tem preocupado tanto a comunidade científica como os governantes, além de trazer conseqüências ambientais e econômicas.

As abelhas são exemplos de trabalho mútuo e de cooperação e executam uma tarefa relevante na natureza, pois cerca de 60% da fecundação pela polinização tem a influência delas, inclusive nas plantações comerciais. Sem a participação das abelhas não há polinização, portanto não formação de frutos e de suas sementes. Em termos ambientais é como se o processo fosse bloqueado, o que influenciará acentuadamente na sobrevivência das plantas e consequentemente na sobrevivência de outros seres vivos, inclusive do ser humano.

Para executar as suas funções dentro da comunidade, as abelhas vão em busca do pólen e do néctar e não voltam mais, ou seja estão abandonando as colméias deixando para trás inclusive a rainha. Os estudiosos ainda não acharam respostas coerentes para justificar tal acontecimento. Pelo fato das abelhas serem suscetíveis a doenças causadas por fungos e bactérias, surgiram duas justificativas, a primeira relacionada a um crescimento enorme de uma parasita da abelha denominado de “varroa” e a outra corresponde a uma redução da imunidade das abelhas. Por outro lado, outras justificativas também são observadas e estão mais voltadas à ação do homem no meio ambiente. O aumento do uso de herbicidas e o estímulo à monocultura, que consome a biodiversidade e limita a floração, também são apontados como causadores do desaparecimento das abelhas. Outro estudo já trouxe impactos mais preocupantes, pois revelou a influência dos transgênicos na contaminação do organismo das abelhas.
Este fato é apenas uma das grandes influências e transformações que o homem tem gerado junto ao meio ambiente. E talvez seja mais um sinal de que é preciso começar urgentemente avaliar melhor as conseqüências de nossos atos.

Texto publicado na terceira edição da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL




Lixo transformado em energia

Terceira maior distribuidora de energia da Região Nordeste, a Coelce atende à população de 184 municípios do Ceará. Do total de 2,8 milhões de clientes, 57% são consumidores de baixa renda, com contas de energia mensais que não passam de 20 reais.

Levando em consideração esse perfil, a companhia elegeu como prioridade em termos de sustentabilidade a criação de programas sociais em comunidades carentes. Uma de suas iniciativas é a reforma de instalações elétricas das casas dos clientes e a substituição de lâmpadas e refrigeradores por modelos que consomem menos energia, um programa que exigiu um investimento de 5,8 milhões de reais em 2008.

Desde que iniciou a troca de geladeiras por modelos mais econômicos, há dois anos, a Coelce beneficiou mais de 20 000 famílias. “São consumidores que poderiam ficar inadimplentes e agora conseguem pagar pela energia que consomem, o que diminui a inadimplência”, diz Abel Rochinha, presidente da Coelce. Entre as ações da empresa voltadas para comunidades de baixa renda, uma das mais inovadoras é a Ecoelce, programa que incentiva a troca de lixo reciclável por descontos na conta de luz. Por meio da coleta seletiva, o material levado pelos clientes até os locais credenciados é pesado e transformado em bônus na conta de energia elétrica. De fevereiro de 2007, quando o Ecoelce foi lançado, a junho deste ano, a companhia concedeu 749 000 reais em créditos nas contas de energia de seus clientes como pagamento por aproximadamente 6 000 toneladas de resíduos recicláveis (papel, plástico e vidro).

O Ecoelce foi eleito em 2008 um dos dez vencedores em todo o mundo do World Business and Development Awards, entregue pela Organização das Nações Unidas às empresas que mais contribuíram para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Cerca de 100 projetos de sustentabilidade de 44 países concorreram à premiação. Graças à projeção internacional, o Ecoelce começou a ser reproduzido em outras regiões do Brasil. “As concessionárias de energia elétrica da Grande Rio, da Bahia e de Pernambuco já implantaram projetos semelhantes, inspiradas em nosso exemplo”, afirma José Nunes, diretor institucional da Coelce.

No esforço para multiplicar as ações sustentáveis, a Coelce investiu 27 milhões de reais em meio ambiente em 2008, 30% acima do valor gasto no ano anterior. Parte do dinheiro foi destinada a uma pesquisa sobre o uso de oleo vegetal em transformadores elétricos, um projeto desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Ceará. “Queremos substituir o óleo combustível utilizado nos transformadores por óleo vegetal obtido da castanha de caju, da mamona e de outras oleaginosas ecologicamente mais amigáveis”, afirma Rochinha.

Veja Quadro: Check-list da sustentabilidade - Como a empresa se comporta em relação a alguns dos itens mais importantes analisados pela pesquisa do Guia EXAME

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Anunciantes Edição 16 - 2010

Seguem as empresas que farão parte da próxima edição da Revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL. Essa edição está prevista para impressão no dia 03 de fevereiro de 2010 e terá como tema de capa - Gestão Industrial para a Sustentabilidade.



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agronegócio sustentável

A era do agronegócio sustentável
Momento exige mudanças de conceitos e atitudes


Caio Cigana

Mais do que um diferencial, produzir com sustentabilidade no campo já é a chave para abrir portas em mercados mais exigentes e eliminar barreiras não tarifárias. E o que num primeiro momento parece ameaça se transforma em uma oportunidade.

O fracasso da conferência do clima pelo argumento de algumas das principais potências que teriam pesado prejuízos econômicos caso tivessem de realizar grandes cortes nas emissões causadoras de efeito estufa não se aplica ao agronegócio brasileiro. A agricultura e a pecuária do país, sustentam pesquisadores, só têm a ganhar ao adotar técnicas conhecidas e consideradas simples que, ao mesmo tempo, mitigam a liberação de gases causadores do aquecimento global e elevam a produtividade das propriedades.

Para o superintendente do Instituto para o Agronegócio Sustentável (Ares), Ocimar Villela, o marco do início da pressão sobre o Brasil foi a recusa da Europa de adquirir carne bovina produzida em áreas desmatadas, há cinco anos. Em 2006, foi a vez da chamada Moratória da Soja, o que levou as indústrias de óleo vegetal a se comprometerem em não adquirir o grão de lavouras abertas com derrubadas de floresta do bioma amazônico. A bola da vez é a pecuária, com a Moratória da Carne.

Participante de um estudo sobre as emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa na agricultura, o pesquisador Carlos Eduardo Cerri, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP), diz que grande parte do agronegócio brasileiro é hoje forçado a adotar práticas corretas.

– Para se exportar etanol, é preciso estar de acordo com uma série de aspectos de sustentabilidade social e ambiental. São barreiras não tarifárias que criam para o Brasil. O mesmo com o suco de laranja, que concorremos com os Estados Unidos, e com o café – ilustra Cerri.

Na opinião de Villela, em breve o produtor que desrespeitar a natureza não terá apenas dificuldade de comercialização. Segundo ele, o sistema financeiro irá cada vez mais observar regras de sustentabilidade ambiental e social no momento de analisar a liberação de crédito.

– As propriedades também terão de ter uma gestão socioambiental, com controle dos efluentes, reciclagem de embalagens de agrotóxicos e respeito a direitos trabalhistas. O mercado financeiro também quer, de alguma forma, mostrar que está contribuindo para o controle de emissões – diz.

A questão do desmatamento, acrescenta Villela, é só o começo. Chegará também a hora em que o produtor se verá impelido a adotar técnicas que diminuam emissões, como o plantio direto, a integração lavoura-pecuária, a recuperação de pastagens degradadas e o confinamento.

– Apenas agora as emissões da agropecuária vêm sendo discutidas de forma mais profunda. Antes, a preocupação era apenas com as florestas – destaca o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária Giampaolo Pellegrino, que esteve na conferência climática de Copenhague.

O que está sendo feito:

APROPAMPA
Associação que reúne pecuaristas, frigoríficos e varejo para preservar e proteger a indicação geográfica da carne, couro e derivados da região do pampa gaúcho da Campanha Meridional. Além de geração de renda por agregação de valor, um dos objetivos é preservar o bioma do pampa nos municípios ligados ao projeto. Uma das regras para participar é alimentar os animais em pastagens nativas, podendo ainda ocorrer a terminação em pastagens de inverno, nativas ou exóticas, desde que em regime extensivo.

PROJETO BIOMAS
Parceria entre Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Ministério da Agricultura e Embrapa, foi criado para promover o uso sustentável de paisagens dos biomas brasileiros sem comprometer a rentabilidade da atividade agropecuária. Serão realizados estudos científicos para recuperar áreas de cobertura nativa em propriedades rurais de Amazônia, caatinga, cerrado, Mata Atlântica, pampa e Pantanal.

SUPERMERCADOS E FRIGORÍFICOS
Os principais frigoríficos brasileiros e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) criaram o Programa Abras de Certificação de Produção Responsável na Cadeia Bovina. As redes se comprometem a não comprar carne de indústrias que adquirem animais de propriedades que não adotam boas práticas ambientais e sociais. O certificado será utilizado na embalagem, possibilitando que o consumidor tenha a informação sobre a origem do produto.

BOI GUARDIÃO
O Ministério da Agricultura lançou o programa Boi Guardião. O objetivo é combater o desmatamento na Amazônia por pecuaristas. Consiste em monitorar por imagens de satélite as áreas de fazendas e bloquear a emissão de Guias de Trânsito Animal (GTA), quando o produtor derruba árvores para ampliar as pastagens. A primeira fase foi lançada no Pará.

LINHAS VERDES DO PRONAF
Surgiu em 2005, quando o Pronaf passou a oferecer linhas específicas de crédito rural para estimular a transição agroecológica nas propriedades familiares. A modalidade Agroecologia financia a produção orgânica. O Pronaf Eco dá crédito para a adoção de técnicas que reduzem o impacto da atividade rural no ambiente, enquanto a categoria Floresta apoia investimentos na exploração de sistemas agroflorestais.

Texto divulgado originalmente no site: http://ef.amazonia.org.br/
Foto: http://www.geografiaparatodos.com.br/ - Paulo Cesar F. Teixeira